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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A mais-valia do Mar, estratégica, política, jurídica, ambiental, científica, tecnológica e económica

II CONGRESSO – “OS MARES DA LUSOFONIA 2010″
21 e 22 de Outubro no "Centro Cultural de Cascais"
Em Setembro de 2008, sob a égide da Fundação D. Manuel II, e no âmbito das iniciativas para assinalar o 100º aniversário do falecimento do Rei D. Carlos, foi organizado um Congresso subordinado à temática: “Os Mares da Lusofonia”, reunindo, num espaço de debate alargado, personalidades de saberes multidisciplinares no âmbito das Ciências do Mar. Tendo este Congresso registado assinalável e reconhecido interesse, ficou estabelecido que se passaria a realizar de 2 em 2 anos, com a denominação de “Jornadas D. Carlos”, se possível rotativamente, nos diversos países lusófonos.
Mantém-se como objectivo destas II Jornadas, de 2010, contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos e encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das “economias do mar” dos diversos países de expressão portuguesa.
No passado, os oceanos foram parte importante no intercâmbio de culturas, pessoas e bens entre os países lusófonos. Hoje, e no futuro que se avizinha, as áreas marítimas sob jurisdição de cada um destes países são tão vastas, que cada país, por si só, terá dificuldade em explorar e tirar delas o usufruto que podem e devem proporcionar.
O Mar representa para os Países Lusófonos um factor muito importante para as respectivas economias, e trabalhar em conjunto faz todo o sentido e tem a maior a oportunidade.
Embora não me sinta obrigado a dar justificações sobre opções pessoais de qualquer foro, quem for à fonte da notícia, que não pense em militância ou simpatia, pela causa da fonte, mas pela causa do mar.
Como entendo, ou melhor, verifico e vejo, que o MAR é a maior riqueza de Portugal e de todos os países Lusófonos e não sendo explorado como tal, nunca será demais trazer o assunto à baila, porque pode surgir alguém, inteligente, rico e empreendedor a meter-se à redescoberta destes caminhos marítimos.

2 comentários:

  1. Olá Miguel.

    Antes demais parabéns pelo blogue. Está muito bom.

    Em relação ao post, não podia estar mais de acordo. O mar é uma fonte de riqueza que Portugal há muito se esquece de explorar.

    Alguém uma vez disse que, sempre que nos viramos para o mar ficamos ricos. Sempre que nos viramos para a Europa temos miséria.

    Abraço.

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  2. Elenáro
    Referindo-me só ao último parágrafo, diria que são palavras sábias e confirmadas, mas ainda temos a terra, que antes nos sustentava e agora são uns camiões que vêm de Espanha (por causa da UE).

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