(per)Seguidores

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Cortar salários ou estimular a economia, eis a questão

Ben Bernanke
Presidente da Reserva Federal dos EUA
A Reserva Federal norte-americana está pronta para tomar mais medidas de estímulo económico se a retoma abrandar mais.
É isto, pelo menos, o que se depreende das minutas da reunião do banco central no passado dia 21 de Setembro, que foram divulgadas esta terça-feira.
«Muitos participantes sublinharam que caso o crescimento económico permaneça demasiado fraco e insuficiente para reduzir o desemprego e se a inflação continuar abaixo dos níveis definidos pelo banco central, será apropriado acomodar ainda mais a política monetária», revelam as minutas.
Entre as medidas discutidas, aquela que mereceu maior entusiasmo foi a compra de obrigações do Tesouro de longo prazo, ainda que alguns dos membros tenham sublinhado que isso, nas actuais circunstâncias, isso pode ter um efeito menos benigno na economia.
A Fed falou também na possibilidade de tomar medidas para controlar a expectativa da evolução da inflação.
No meio da crise, que traz desemprego e decrescimento da economia, alguns países cortam em tudo e outros estimulam o que podem, de modo a chegar á melhor e mais rápida solução. Nem vale a pena fazer a listagem de uns e outros, porque os países que cortam, estão condenados a não recuperarem, antes pelo contrário, muito menos os seus cidadãos. Como se pode subir e por via disso subir depois? Tem alguma lógica, porque quem desce só pode subir…
Porque é que os cortes nos calharam? Seremos calhaus?   

Sem comentários:

Enviar um comentário