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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Soluções para a POBREZA e receitas para a RIQUEZA?

Os efeitos da crise: mais 24.000 pessoas recebem ajuda
Buda da Riqueza
Cerca de metade dos pobres vive com menos de 250 € por mês. No total, eram 284.847 os assistidos; um número que não pára de aumentar: existem já 4.827 famílias na lista de espera para receber alimentos. Conheça os números negros de um Portugal, sem razões para sorrir.
Braga, Porto e Setúbal são os distritos onde há mais pedidos
Petição online e grupo de apoio a famílias no Facebook são exemplos.


Arcebispo de Braga enviou cartas a 500 sacerdotes pedindo contributos para fundo
D. António Carrilho, Bispo do Funchal, na Festa de Cristo Rei
Entrevista a Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome
O presidente do Instituto da Segurança Social (ISS) garantiu que este organismo está preparado para apoiar as situações “mais vulneráveis entre as famílias portuguesas”. “Não vamos deixar ninguém de fora nas situações mais vulneráveis que possamos encontrar”
O presidente da Comissão Europeia anunciou, que a Plataforma Europeia de Combate à Pobreza e à Exclusão Social será adoptada nos próximos dias
O financiamento do sector da saúde pelos governos continua a ser insuficiente no mundo, onde, a cada ano, 100.000.000 de pessoas ficam na pobreza por causa dos gastos médicos, indicou a Organização Mundial da Saúde (OMS) no seu relatório anual
No momento que vivemos, com a realidade a comer no prato dos pobres, muita gente procura encher esse prato com ideias mais ou menos nobres, mas todas elas que perpetuarão a POBREZA.
Porque será que ninguém usa a criatividade, propõe ideias e disponibiliza os meios necessários, para se criar RIQUEZA?
Tanta gente, tantos especialistas (políticos, empresários, economistas, sociólogos, instituições de solidariedade, etc.), tanta vontade de resolver o problema, não encontrarão uma ideiazinha que ilumine o futuro próximo de milhões de PESSOAS?
E neste momento estou a ouvir alguns políticos (com letra pequena) a discutir o assunto, com sorrisos nos lábios e uma frivolidade dialéctica, que começa a incomodar, pela irresponsabilidade política com que se mantêm a boiar no meio de tanta chicana.
É uma forma de adormecer as pessoas, mas há sempre um despertador, que tocará até as acordar, provavelmente quando receberem o salário de Janeiro de 2011.

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