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domingo, 23 de janeiro de 2011

Merkel dá a mão à mão-de-obra de países pobres

Os democratas-cristãos alemães da Chanceler Angela Merkel querem compensar a falta de quadros técnicos na Alemanha atraindo jovens de Portugal e Espanha para o mercado de trabalho germânico, noticia hoje o semanário Der Spiegel na sua edição online.
Os planos teriam sido gizados recentemente por um grupo de políticos conservadores, segundo a mesma publicação. “No sul e no leste da Europa há muitos jovens desempregados que procuram urgentemente trabalho”, disse o vice-presidente do grupo parlamentar democrata-cristão.
O plano de atrair jovens portugueses qualificados merece as preferências da principal força política do governo sobretudo para trabalhadores entre os 27 países membros, de acordo com o semanário alemão. “É melhor ir buscar força de trabalho à Europa do que ter de mudar de novo a lei de imigração para permitir a entrada de pessoas de outras regiões”, justificou o dirigente político da União Social Cristã da Baviera.
O mesmo responsável sugeriu que o governo federal apoie iniciativas de angariação de quadros técnicos ibéricos. A chanceler Angela Merkel também se mostrou aberta à ideia. Na Alemanha existem quase 7.000.000 de imigrantes, 1/3 dos quais oriundos da Turquia, o país com a maior comunidade estrangeira.
Actualmente vivem na Alemanha cerca de 116.000 portugueses, e nos últimos tempos têm chegado a este país muitos jovens académicos que têm dificuldades em encontrar colocação em Portugal, à procura de oportunidades na maior economia europeia. Normalmente os nossos emigrantes têm êxito, sobretudo por falta de pessoal altamente especializado em vários ramos de actividade ao maior país da União Europeia, cujo desemprego tem vindo a diminuir progressivamente, e se situa agora na casa dos 7%.
Volta-se a sentir uma certa discriminação de ordem civilizacional e religiosa, que pretende excluir os turcos e preferir europeus de países mais pobres.
Curiosidades:
1 - Afinal, Portugal tem formado mão-de-obra especializada, o que parece que não aconteceu com a Alemanha;
2 – A relação entre a formação académica especializada a que se apela para o desenvolvimento de um país, aqui contradiz-se, bastando ter dinheiro (Emprego e Salários) para comprar os melhores, como fazem desde sempre os EUA, a China e os grandes clubes de Futebol;
3 – A imigração é dos melhores investimentos que os países ricos fazem, já que não instem um tostão na respectiva formação e açambarcam as mais-valias e o IRS e a Sra. Merkel até v~e bem;
4 – Os nossos concidadãos, afinal continuam a provar que são tão bons, ou melhores do que os melhores, LÁ FORA, o que prova que, AQUI, o mal está nos nossos EMPRESÁRIOS, que de formação nem se fala…
Estudem! Organizem-se!
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