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domingo, 28 de agosto de 2011

Contramarés sem contrapé… 28 Ago.

Cozinha contra a crise.
Tempere as iscas de porco com sal, vinho branco, louro e alho esmagado, a gosto, e deixe a marinar, de preferência de um dia para o outro. Frite as iscas muito bem em óleo abundante. Acompanhe com batatas cozidas, que pode temperar com uma pitada de salsa e azeite.

Se a realidade cansa, o virtual não cansa menos…

Estudo concluiu que está a acontecer um abandono gradual.
O estudo é de uma empresa especializada em tecnologias de informação, a Gartner, e ouviu 6.300 pessoas com idades entre os 13 e os 74 anos, de 11 países. No final os investigadores concluíram que os cibernautas estão a ficar cansados da fórmula das redes sociais.
31% dos inquiridos admitem que já não usam o Facebook, o Twitter ou o Orkut com a mesma intensidade que no início. "O que este estudo vem mostrar são sinais de cansaço, especialmente junto dos utilizadores mais antigos", explicou o responsável pelo estudo, Brian Blau.
A maioria dos entrevistados apontou o perigo da exposição da sua privacidade como o factor que mais tem pesado no abandono gradual das redes sociais. No segundo lugar da lista aparece a "superficialidade dos comentários" deixados por outros utilizadores da mesma rede social. A terceira razão mais invocada pelos inquiridos é a possibilidade de os seus contactos ficarem "a saber demasiado" das suas vidas.
Brian Blau, que coordenou a investigação, sublinha que o facto de 31% dos utilizadores confessarem cansaço só revela que as empresas responsáveis pelas redes sociais têm de estar atentas. "Vão precisar de inovar e variar para manter a atenção do consumidor", avisa o responsável, acrescentando que a nova geração de consumidores é "incansável e tem uma janela curta de atenção, o que exige grandes doses de criatividade para se conseguir um impacto significativo".
Veicular pelo Facebook a informação de que o apetite pelas redes sociais está a diminuir, quando o próprio a utiliza, sem muita exposição e com fins restritos, é usar o “cavalo de Tróia”, sem intenções de atacar a fortaleza…
Para quem se fez blogueiro, no tempo em que as redes sociais não estavam tão divulgadas, não eram tão facilmente usufruídas e por isso não tinham tanta adesão, começa a notar uma redução de leitores de blogues, seguramente pela facilidade de manuseamento e pela “interação” que permite estabelecer-se.
Para quem não é “apanhado” pelas redes, entende perfeitamente o resultado saído deste estudo, que se resume à exposição da privacidade, à abertura da sua vida aos contactos estabelecidos, mas sobretudo à superficialidade dos comentários dos outros utilizadores, que deve cansar quem escreve, mas sobretudo quem lê. E penso que este último argumento será o que maior força tem para o cansaço anunciado, já que quanto à exposição cada um só mostra o que quer…
O estudo (de mercado) podia levar a outros resultados, se se quisesse saber da utilidade, vantagem e consequências das redes na vida pessoal, a vários níveis e áreas, que tem, mas limitou-se a medir a frequência e concluiu com o cansaço. E no seguimento, aconselha as empresas responsáveis pelas redes sociais a estarem atentas, renovarem a motivação dos fatigados, mesmo que seja para manter todos os “inconvenientes” descobertos.
Sem querer alterar os comportamentos de ninguém, há no entanto outros “perigos” no uso das redes, que podemos encontrar neste outro artigo, anterior e mais empírico.
Quem se vai manifestar nas redes sociais não deve agir por impulso. "Em qualquer media virtual, se 20 pessoas replicarem uma informação sua, ela será distribuída para 8.000 pessoas. É como pólvora", diz o professor Gil Giardelli. "As empresas olham o que você coloca na rede e há até o risco de perder o emprego. A reputação é a moeda do século XXI e isso serve para trabalho, namorada e amigos."
Para a professora Rosa Maria Farah, tudo depende da maturidade emocional do internauta e do conhecimento que ele tem das ferramentas. "Ele pode achar que está a falar para um grupo, quando uma comunidade inteira tem acesso às informações." Caso se arrependa do que disse, até pode apagar o que escreveu, mas já terá perdido controlo da informação.
"Diariamente, são levantados processos na Justiça que têm como prova o que está nas redes sociais", afirma o advogado Leandro Bissoli, especializado em direito digital, em que os problemas mais comuns são o uso indevido de imagens e os crimes contra a honra, como a difamação.
"As pessoas acabam por produzir provas contra elas próprias", diz. Há casos de pessoas que alegam problemas de saúde para se afastar do trabalho, mas postam fotos de viagens na rede. E há funcionários que acabam por registar situações no trabalho, que podem levar à demissão por justa causa.
E por isso, convém estar atento e não navegar sem bússola, para não cair nas próprias redes.

Ecos da blogosfera – 28 Ago.

sábado, 27 de agosto de 2011

Balancete do 1º ano de vida do...

A 27 de Agosto de 2010, aventurei-me na criação deste blogue, a pensar que seria capaz de contribuir para a consciencialização dos seus leitores para os Objetivos do Milénio, para os respetivos temas, mas sobretudo para o sofrimento de pessoas de outras latitudes (pensava eu), que não tinham voz, por falta de força…
Não demorou muito a ilusão e quando nos caíram em cima as malfeitorias de uma crise bem planeada pela “vampiragem” do PODERIO, consentida pelo PODER e com a sua cumplicidade, fui obrigados a mudar de rota, mas não de objetivos, que passavam pela desconstrução de paradigmas falaciosos, causalidades improváveis e virtuais pragmatismos …
Como o meio de doutrinação utilizado desde sempre foi a informação através dos media, que nos transmitem uma certa sensação de verdade, mas que por serem propriedade do tal PODERIO, fácil é perceber que os mesmos media estão sempre ao serviço dos seus donos e que as notícias trazem quase sempre “água no bico”, que de inquinada nos pode matar ao querermos matar a sede de saber… E daí o processo em que se estruturam as mensagens publicadas, que partindo da notícia publicada, umas vezes me permitem opinar sobre elas, denunciando as falácias, a falta de lógica e às vezes a pouca consideração pela inteligência e cultura (pouca, ou muita) dos leitores, outras vezes dar relevo a opiniões de muitos outros, que estejam de acordo com o que penso e pretendo, sem que queira transmitir qualquer facciosismo, embora subconscientemente o possa espelhar…
Como todos temos que dar satisfações a quem nos acompanha pelos mesmos caminhos, fica aqui o “balanço” de um ano, sem “relatório”, que será feito por cada leitor, se quiser olhar para os números. Claro que o “Contra-facção” não é nenhuma referência na blogosfera, não é visitado demais, não tem muitos comentários, mas os visitantes que tem e os amigos que nos lêem são motivo bastante para continuarmos, sem compromissos, mas comprometidos com o homem, com os outros e com a sociedade em que vivemos…
A TODOS os blogueiros que ajudam a dar visibilidade a este blogue, pela sua inserção nas listas de preferência, bem como aos amigos e “amigos” do Facebook, que partilham as suas mensagens e sem os quais talvez estivéssemos a falar para o nosso umbigo… OBRIGADO!
E obrigado a todos os "COLABORADORES" que me facilitaram algum trabalho, deram mais brilho e avalizaram a credibilidade do projeto!
Total de MENSAGENS publicadas
1.556
Total de VISUALIZAÇÕES de páginas
82.350
Total de VISITANTES
42.290
TOP 10 das MENSAGENS mais visualizadas:
883
350
270
231
149
149
142
137
136
131
Proveniência e n.os do PÚBLICO que nos visitou:
Portugal
51.370
Brasil
21.196
Estados Unidos
4.033
Alemanha
558
Dinamarca
539
França
513
Reino Unido
245
Espanha
199
Canadá
147
Rússia
138

Contramarés sem contrapé… 27 Ago.

Macedo Vieira, presidente da Câmara de Póvoa de Varzim, afirmou, que a situação dos bombeiros locais é "dramática" porque os Bombeiros Voluntários locais não têm dinheiro e estão no "sufoco", referindo que os hospitais devem à corporação mais de 150 mil euros, no âmbito de serviços prestados no transporte de doentes.

Poveiros e vileiros presos nas redes de “contrata”…

A companhia Mohave Oil & Gás reuniu com algumas das associações de pesca para chegar a um entendimento quanto à proibição de pesca entre Aveiro e a Nazaré, encontro que decorreu no Ministério da Agricultura e do Mar, com a ausência das associações APN e APROPESCA em solidariedade com a APMSHM, liderada por José Festas, que não foi convidada para a reunião.
A empresa que explora há mais de um mês a possibilidade da existência de petróleo propôs o pagamento de 150.000 euros a distribuir pelas cerca de 140 embarcações pesqueiras impedidas de pescar naquela zona, que traduz em pouco mais de 1.000 € a cada barco.
Os 35 barcos da Póvoa de Varzim e Vila do Conde não aceitam esta proposta, já que o valor em causa é insuficiente para a paragem dos 2 meses de pesca naquela zona.
Os pescadores da área onde decorrem prospecções de petróleo podem vir a ser compensados pela empresa que está a proceder às operações, que estarão a afectar entre 400 a 500 pescadores, indicou o Ministério da Agricultura.
"Embora a compensação pelas consequências das interdições não tenham sido acauteladas aquando do licenciamento para a prospecção, em 2007, a empresa Mohave Oil and Gas Corporation (...) poderá ter reservado uma quantia para eventuais compensações", informou o ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, em comunicado.
As associações de pescadores do Norte alertaram, que entre 400 a 500 associados estão "sem meios de subsistência" por "não trabalhar devido à prospecção de petróleo" que decorre entre Aveiro e a Nazaré e garantiram que estavam dispostos a avançar com "formas de luta".
José Festas, presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar, na Póvoa de Varzim, afirmou que as três associações (Pró-Maior, Propesca e Pescadores do Norte) tentaram durante toda a semana passada "falar com alguém do Ministério para obter uma justificação", mas sem sucesso.
O ministério liderado por Assunção Cristas afirma que a empresa que faz a prospecção de crude, "ciente da sua responsabilidade social", pode vir a compensar os pescadores.
As restrições à pesca constam de uma portaria do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território publicada a 15 de Julho em Diário da República e que vigora por 60 dias.
Desde as zero horas desta segunda-feira, que os 35 barcos de pesca artesanal da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, já podem voltar a pescar na zona entre Aveiro e a Nazaré. A companhia Mohave Oil & Gás terminou a pesquisa no Domingo e os pescadores podem regressar ao trabalho, sem no entanto continuarem a protestar pelo valor das indemnizações apresentadas.
Segundo as associações APN e APROPESCA, os prejuízos relativos aos 35 barcos de Póvoa de Varzim e Vila do Conde ascendem a 500 mil euros.
Pelos vistos, em 2007, aquando do licenciamento para a prospecção de petróleo, não foram acauteladas compensações aos pescadores pelos prejuízos das interdições de pesca, mas a empresa Mohave Oil and Gas Corporation, que segundo o ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, afiança que tem responsabilidade social poderá(?) ter reservado uma quantia para eventuais(?) compensações… Ou seja, o governo de Sócrates deixou passar essa ninharia das indemnizações e o governo de PPC, além de não retificar as condições de licenciamento, ainda vem desculpar a empresa e abrir a porta para a “esmola” e a boa vontade…
E começa a tentativa de acordo com um encontro no Ministério da Agricultura e do Mar, com a exclusão de uma associação, liderada por um homem que bem conheço, provavelmente por ser dos mais contestatários e reivindicativos…
Mau começo para a ministra!
E o Ministério da Agricultura, mesmo sabendo que entre 400 a 500 pescadores seriam prejudicados, deixou que a empresa (com responsabilidade social) propusesse 150.000 euros para cerca de 140 embarcações, pouco mais de 1.000 € a cada barco, para 2 meses de inatividade e de receitas, que corresponderia a 150 €/mês por pescador (a não ser que venham a dar umas cotas em crude, se descobrirem)…
Sra. ministra, haja caridade, mas mais, até porque os 500.000 euros “exigidos” pelos pescadores, correspondem ao salário mínimo, menos os tais 15 €!
Mas para além do boicote de uma associação nas conversações, eis que o ministério corta a conversa com as outras, negando-se assim a dar qualquer justificação… A Sra. ministra é nova e inexperiente, mas já segue os métodos das velhas raposas…
Aprende depressa, mas mal!
Apesar de o contrato ser do tempo de Sócrates e com as falhas, já foi no mandato da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, que saiu a portaria quanto às restrições à pesca, o que não a deixa de fora das (ir)responsabilidades que emergiram, com a mesma falha do governo anterior…
Bem prega Frei Tomás!
Curioso é que a companhia prospetora até já acabou a pesquisa no domingo, quase um mês antes do planeado, permitindo assim o regresso à pesca. No entanto, os pescadores querem as justas indemnizações, mas, se não se põem a pau, cheira-me a peixe podre, vindo da empresa, do ministério e da ministra…
Resumindo, para uma ministra que defendeu as pescas como “peixe para a boca”, bem como fez o seu partido e fazendo eco com o PR, começou com o pé esquerdo, quando se dizem de direita… É preciso fazerem “ordem unida”, com um peixe na mão…
Estranha-se que os media não tenham dado grande importância, a quem lhes põe a pescada no prato... 

Ecos da blogosfera – 27 Ago.

1º POST há um ano


Do Contra-facção

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Contramarés sem contrapé… 26 Ago.

Operacionais franceses e britânicos, vestidos à civil, estão destacados há várias semanas na frente leste dos combates ao lado dos rebeldes líbios, constatou hoje um jornalista da agência noticiosa francesa AFP.
Os elementos têm estado nas instalações de uma refinaria em Zuwaytinah, a cerca de 150 quilómetros de Benghazi, sede do Conselho Nacional de Transição, órgão político da rebelião líbia.

Coboiadas, ou touradas? Venha o DIABO e escolha…

O The Wall Street Journal (WSJ) lembra os protestos na Grécia e Espanha para escrever que Portugal é, até agora, um "paraíso" na reacção à austeridade.
"Comparativamente a outros países da zona euro que foram apanhados pela crise da dívida, a reacção em Portugal tem sido um paraíso. Já na Grécia os protestos foram violentos e em Espanha milhares de pessoas foram para as ruas exigir uma mudança política", pode ler-se no WSJ.
Mas a situação está prestes a mudar porque à medida que os portugueses se vêem confrontados com novas medidas de contenção e cortes orçamentais por parte do Governo, agudiza-se a possibilidade de distúrbios sociais, descreve o WSJ, acrescentando que os sindicatos já estão a arregaçar as mangas.
O WSJ lembra que, desde que Passos Coelho assumiu funções, em Julho, o executivo de direita já anunciou um aumento acentuado nas taxas de transportes públicos e impôs um imposto especial sobre os rendimentos para 2011.
E "as dificuldades vão apertar mais ainda, com cortes na despesa pública, com os impostos a aumentar ainda mais para equilibrar um corte nas contribuições das empresas para a segurança social e com as mudanças na lei do trabalho que incluem menos direitos para os trabalhadores demitidos", retrata o WSJ, que também escreve que "Portugal não tem outra hipótese senão tomar medidas duras" e que "os portugueses vão sofrer muito, particularmente no próximo ano".
Dizer-se que Portugal é um "paraíso" na reacção à austeridade, num país de touradas e de touros, é o mesmo que nos chamarem “mansos”, o que não é nenhum elogio quanto ao nosso pedigree, muito menos vindo de outro país que toureia todo o mundo e com tradição na área, já que cowboys, cowgirls e rodeos sempre foram o seu forte. A graça está em que estando pior do que nós, não reconheçam que os EUA não sendo um paraíso, mas um paradise e há muito mais tempo, apesar de o conseguirem à custa de transformarem num inferno a vida de milhões de cidadãos, não só na proliferação de conflitos bélicos, mas sobretudo nesta crise que geraram…
Conhecedores que são das consequências destas situações (embora não seja preciso ser doutorado em sociologia), reconhecem que a situação está prestes a mudar e que aumentam as possibilidades de surgirem distúrbios sociais, ou seja, talvez comece a haver tourada e alguns corneados… Mas para estes analistas (que não são doutorados em sociologia), o perigo deve vir dos sindicatos, variável com que não estão habituados a lidar e por isso se apressam a avisar os nossos governantes para esse perigo para o anular quanto antes (sindicatos já não existem nos “paraísos” civilizados), para o que devem arregaçar as mangas (os governantes e os polícias, como na Espanha). Mas também não entraram com os “indignados”, que exigem dignidade e talvez lá para a Primavera (de que tanto gostam e apoiam), juntamente com a esquerda radical…
E andaram os acólitos de Passos Coelho a dizer antes das eleições, que eram de “centro esquerda” e vem agora estes estrangeiros e desmancha prazeres insultar(?) o atual governo, classificando-o de direita. Pelo menos não enganam ninguém…
E deve ser por ser de direita, seguindo-lhes o raciocínio, que nos vão fazer passar por dificuldades ainda maiores, vão fazer com cortes na despesa pública (quem dera, mas só cortam nos ordenados), vão aumentar ainda mais os impostos (para repor o corte nas contribuições das empresas para a Segurança Social) e com as mudanças na lei do trabalho que incluem MENOS DIREITOS (direitos, dizem eles e não regalias) para os trabalhadores que forem despedidos. Verdade seja dita que não escondem nada, porque o bezerro é mesmo manso…
E concluem que afinal Portugal não tem outra hipótese senão tomar e aceitar (mansamente) as medidas duras, apesar de nos EUA a ideia propalada pelo seu Presidente seja contrária, apostando mais no investimento do que nos cortes e até os seus cidadãos mais ricos se escandalizarem com o “inferno” dos seus pobres, construtores dos seus “paraísos”…
Mesmo sem serem bruxos, arriscam que os portugueses vão sofrer muito (mais), particularmente no próximo ano… Deus os ouvisse! Mas vai ser mais de uma década(?)…
Explicações para a mansidão? Há quem arrisque um prognóstico antes do fim do jogo:
João Ferreira do Amaral, economista: "Ainda estamos a ver as medidas de austeridade. O impacto das medidas gravosas ainda não se fez sentir."
Jorge Armindo, Presidente da Amorim Turismo: "Esse fenómeno parte da consciência do povo que entende que não vale a pena em entrar em conflito".
Um, diz que ainda não começou o jogo, o outro confunde a consciência com a lógica do mais fraco…