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terça-feira, 31 de maio de 2011

Não é preciso ser bruxo, basta não ser burro!

Mais problemas para o clube do euro. A uma Grécia que ainda não sabe se vai receber a nova tranche de ajuda do FMI - o que poderá representar a entrada em incumprimento - junta-se uma Irlanda que pode vir a precisar de mais dinheiro dos parceiros da eurolândia.
Carago! É preciso ser economista, ou bruxo para “adivinhar” o que nos espera com a “ajuda” da troika? Usando a mesma lógica da banca, que diz num anúncio: “Se o seu banco corta, corte com o seu banco!” Só que para os países a concorrência na área dos empréstimos é fraca: FMI, BCE, ou Mercado. Venha o diabo e escolha!
Haverá algum político português, que tenha a coragem de obrigar os seus compatriotas a passar por este calvário e a procissão ainda está no adro?
Isto já não tem nada a ver com dívida, economia, ou finanças, isto é uma contrafação da democracia…
"Os líderes europeus estão a negociar um acordo que deverá conduzir a uma intervenção externa sem precedentes na economia grega", escreve hoje o Financial Times.
O novo plano inclui o envolvimento internacional na cobrança de impostos na Grécia e na privatização de activos do Estado helénico, em troca de novos empréstimos a Atenas.
Isto já não tem nada a ver com dívida, economia, ou finanças, isto é um assalto à soberania dos Estados, isto é uma cobrança dos homens de fraque aos fracos…
Imagine-se o desplante de a troika cobrar os impostos gregos e meter o dinheiro ao saco, para abate dos impostos da dívida e vender aos privados (a custo da uva mijona) o que é do Estado grego e meter o dinheiro ao saco, para abate dos impostos da dívida… E a DÍVIDA? Quando ficará paga?
Transporte-se o cenário para a Irlanda e depois para Portugal e a tragédia grega será exportada, sem proventos…
Repetindo-me, com a inconsciência que a dignidade me obriga, se isto é a zona Euro, eu quero sair, se isto é a Europa, não quero ficar, se isto é democracia, vou pensar…
Saídas? Parece que há, sem ser aquela com que nos querem algemar!

Com pepino, tomates e alfaces não se pode brincar…

O Governo espanhol não descarta a possibilidade de exigir responsabilidades à Alemanha pelas “especulações” sobre a origem dos pepinos contaminados que estão a prejudicar tremendamente o sector agroalimentar espanhol. Já morreram 10 pessoas (alemãs, ou que estiveram na Alemanha) em consequência da bactéria Escherichia coli (EHEC) presente em pepinos oriundos de Espanha.
O secretário de Estado da Agricultura e da Água (espanhol) denunciou as proibições de importação e venda impostas por alguns países, nomeadamente a Áustria e a República Checa, que decidiram parar de comprar legumes a Espanha apenas com base em informações “não contrastadas” difundidas pela Alemanha, para onde exportava (até ontem) 36% da sua produção.
Por seu lado, a ministra federal do Consumo, Ilse Aigner (CSU), sublinhou que, perante este surto, a protecção do consumidor tem prioridade sobre tudo, incluindo sobre os interesses económicos. Sobre a origem exacta da bactéria (que pode estar em Espanha, ou já na Alemanha, depois da importação), Aigner assinala que “enquanto os cientistas alemães e espanhóis não derem com a fonte da infecção, o alerta permanece em vigor”.
A exportadora de Málaga “Frunet Bio”, assinalada como a causadora deste surto infecioso, defende que os seus pepinos não estão contaminados pela bactéria e de acordo com um responsável desta empresa, o comprador alemão avisou a empresa andaluza, via e-mail, que a mercadoria teria caído ao chão no mercado de Hamburgo e que tentaria salvar parte da carga “sob sua responsabilidade”.
A bactéria já foi identificada noutros países, como Suécia, Dinamarca, Holanda e Reino Unido - sempre em pessoas que estiveram na Alemanha.
Claro que perante a existência evidente de risco, os Estados tem a obrigação de zelar pela saúde pública, mesmo que haja prejuízos no campo da economia.
Mas no meio de tanta informação, a confusão é grande e registam-se nesta notícia duas esquisitices, uma que empurra a responsabilidade para uma contaminação no solo alemão e outra que restringe os contaminados ao território alemão.
Mais esquisito é que a bactéria tenha escolhido só o pepino, mas deve haver razões científicas, ou circunstanciais para o sucedido. Mas segundo novas informações, o mal estende-se ao tomate e à alface, tudo na Alemanha.
E enquanto governantes espanhóis e alemães reclamam um trabalho conjunto de cientistas de ambos os países, não se entende por que ainda esse encontro não aconteceu.
À cautela, talvez esteja na hora de consumirmos produtos agrícolas portugueses, quanto mais não seja, pelas circunstâncias e por curiosidade, no super que frequento, quase só o pepino é português. É lógico que não estamos isentos de perigo, mas não é mau aproveitar a onda…
Mais de uma centena de empresas do setor agroalimentar recorreram ao apoio financeiro do ministério da Agricultura para a adesão ao projeto “COMPRO o que é nosso”, o que ultrapassou as expetativas da AEP.
No dia em que terminou o prazo para as candidaturas, o vice presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) disse que “a adesão de cerca de 125 empresas ultrapassou as expetativas”, realçando que “o número definido inicialmente era de 100 empresas”.
Ao abrigo de um protocolo que a AEP celebrou com o ministério da Agricultura, a iniciativa “COMPRO o que é nosso” passa a contar com cerca de 600 empresas, sendo o setor agroalimentar o mais representado no projeto lançado há 4 anos pela AEP.
Portugal Melhor

Ecos da blogosfera – 31 Mai.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Eu também sou contra o(s) aborto(s)…

Questionado sobre a possibilidade Portugal ter uma investigação formal para apurar quem esteve na origem do elevado endividamento do Estado, Belmiro de Azevedo considerou que “é preciso saber porquê”, acrescentando que “tem que haver culpados nomeadamente aqueles que foram responsáveis pela gestão do país” e afirmou que “alguém foi responsável por todos os portugueses e muitas empresas neste período mais recente estarem 30% a 40% mais pobres”.
O membro do Banco Central da Islândia, Gylfi Zoega defendeu que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e bancos, e porque o fez.
Também o presidente da Comissão de Inquérito à Crise Financeira dos EUA, Phil Angelides, aconselhou uma investigação semelhante em Portugal e na Europa, como forma de apurar os factos que levaram à actual crise.
Parece provocação perguntar a um dos homens mais ricos de Portugal e do mundo, se se deve encontrar os responsáveis pela crise interna, que como ele próprio diz, empobreceu todos os portugueses, embora alguns tenham enriquecido, ou continuado a enriquecer, tendo até conseguido recuperar num ano, as perdas dos dois anos anteriores, salvo erro em 2010.
Curiosa é a ideia de responsabilizar politicamente os dirigentes políticos, quando todos, em todo o mundo, foram engolidos pelas empresas privadas, Bancos, Reguladores, Governos, Agências de “rating”. E é melhor não acrescentar mais nada, porque o empresário em causa, de inocente e de mal informado não pode ser classificado.
Sobre os pedidos de inquéritos sugeridos pelos dois estrangeiros, já os comentei aqui e encontrá-los-á nos links respetivos, acima.
O economista-chefe do Deutsche Bank, Thomas Mayer, considera que seria “muito útil” uma investigação em Portugal às causas da crise, mas recusou um inquérito em que sejam apontados culpados.
“Seria muito útil estudar o que correu mal de modo a mudar a forma como as coisas são feitas”, disse o alemão, afirmando que tanto devem ser estudados os “erros do sector público” como o “fraco desempenho do sector privado”. Quanto a apontar culpados, o responsável do Deutsche Bank descarta completamente essa possibilidade: “Não acho que exista alguma responsabilidade pessoal ou algum culpado”.
Esta ideia, por um lado mostra bem a impunidade que reina entre os homens que sustentam e se sustentam no/do SISTEMA, por outro lado mostra uma suposta ignorância de quem é especialista na matéria, sabe de cor e salteado os “erros” cometidos e provavelmente os nomes dos responsáveis, mas é pena que pense no assunto como uma avaliação formativa, sobretudo porque não acha que exista alguma responsabilidade pessoal ou algum culpado… Foi o POVO, pá!
“A crise foi o resultado da acção e inacção humana, não da mãe natureza ou de modelos disfuncionais”. Esta foi apenas uma das conclusões da investigação dos EUA à maior crise financeira desde a Grande Depressão.
Bancos, reguladores, Governo, agências de “rating” estão entre aqueles que são apontados como os que mais contribuíram, potenciaram ou mesmo provocaram uma crise que, antes de mais, “era evitável”, conclui o relatório.
Na sequência da crise que eclodiu nos Estados Unidos em 2007 - que teve a sua face mais visível no incumprimento de grande parte dos recetores de empréstimos “subprime” e na falência do banco de investimento Lehman Brothers em Setembro de 2008 - o Congresso norte-americano decidiu criar uma entidade independente para investigar as práticas que levaram à crise.
Também a Financial Crisis Inquiry Comission (FCIC), liderada por Phil Angelides, produziu um relatório onde analisa as práticas que potenciaram a especulação no mercado imobiliário, o crescimento do “subprime” (empréstimos a pessoas com um perfil de crédito no mínimo duvidoso), e os riscos e práticas que levaram a uma crise financeira que contagiou grande parte do mundo.
Ao contrário do economista-chefe do Deutsche Bank, os investigadores americanos concluíram que a CRISE FOI O RESULTADO DA ACÇÃO E INACÇÃO HUMANA, NÃO DA MÃE NATUREZA OU DE MODELOS DISFUNCIONAIS e que foram os Bancos, Reguladores, Governo e Agências de “rating” que estiveram na origem da CRISE, que até ERA EVITÁVEL… Só falta dizer os nomes, mas devem constar dos documentos.
E por que não saber os nomes dos nossos responsáveis, não para os incriminar, mas para os banir dos lugares e áreas de atividade que continuam a ocupar e a atuar, para que não tenham a oportunidade de continuarem a praticar os mesmos ERROS NO SECTOR PÚBLICO E O FRACO DESEMPENHO DO SECTOR PRIVADO?

Mix da imprensa, quase nacional… 29 de maio

Uma tipografia do século XV
Xilogravura de Jost Amman, 1568
A decisão de colocar em prisão preventiva a rapariga de 16 anos que agrediu uma adolescente e o alegado autor do vídeo que circulou na Internet é hoje tema comum nos principais jornais portugueses.
Diário de Notícias - "Prisão de menores agressores é caso único em Portugal" e o sublinhado de que nunca os tribunais portugueses tinham colocado em prisão preventiva um menor por agredir outro.
Jornal de Notícia - "Superjuiz implacável": "Carlos Alexandre decide prisão preventiva para dois intervenientes na violência sobre a rapariga do 'caso Facebook'" e "Messi genial dá quarto título europeu".
Correio da Manhã - "Carlos Alexandre com mão pesada para autor do vídeo e para rapariga que bateu". O principal assunto é o acordo "secreto" com a 'troika': "Saúde mais cara a partir de setembro", "Transportes públicos aumentam" e "cortes nas indemnizações".
Público - "Troika vai avaliar cortes na taxa social única no dia 27 de julho" e uma entrevista a António Costa, e os 100 anos da GNR, "a força que não quer ser bruta".
O "superjuiz implacável", que decidiu a prisão preventiva de dois intervenientes do caso de agressão no 'Facebook', e a reavaliação dos cortes na Taxa Social Única fazem manchete.
Jornal de Notícias - "Superjuiz implacável" e acrescenta que Carlos Alexandre, conhecido pelos casos Furacão, Freeport, Portucale e BPN, decide prisão preventiva para dois intervenientes na violência sobre a rapariga do “caso Facebook’”.
Noticia ainda que os arquitetos Álvaro Siza Vieira e Souto de Moura recusaram convite do candidato do PS, José Sócrates, para um pequeno-almoço, que, refere, "seria uma ação de campanha".
Projeto de intervenção no mercado do Bom Sucesso, no Porto, "revolução nos mercados do Porto e Lisboa".
Público - Os cortes na Taxa Social Única, que serão avaliados pela 'troika' no dia 27 de junho, e a Liga dos Campeões: "Classe do Barça em Wembley fez do Manchester um equipa vulgar".
Parece que, nenhum dos temas da imprensa foi sequer focado na campanha eleitoral, muito menos o Programa da troika, mesmo fazendo tudo parte do nosso futuro comum…

Afinal havia outro! Troikaram-nos (mais uma vez)!

Memorando da troika: afinal, há duas versões
Afinal há dois textos diferentes do acordo do Governo com a troika (FMI, BCE e CE).
A primeira versão de 3 de maio, assinado pelo Executivo e que foi garantido, através de cartas enviadas à missão técnica, pelo PSD e pelo CDS, caso ganhem as eleições de 5 de Junho.
Um segundo texto, refeito por Bruxelas e assinado pela República portuguesa e pela Comissão Europeia, em 17 de maio, que inclui diferenças de prazos e de conteúdos.
Para os signatários, PSD e CDS, nem é mau. Se ganharem, cumprem a 1ª versão, se perderem nem estão obrigados com a 1ª, nem com a 2ª versão. Bestial…
Embora pense que assinar dois contratos diferentes tem uma classificação criminal, bem vistas as coisas, os partidos que assinaram a primeira versão, só são obrigados a cumprir os compromissos aí assumidos, mas também só o serão se ganharem as eleições.
Seria normal que o Governo, após a assinatura final, informasse o País das alterações. Limitou-se a colocar, tardiamente, o texto na internet. Costuma dizer-se que o Diabo está nos detalhes, e o Governo não se mostrou muito interessado em discutir à lupa o assunto com os cidadãos. E, num país onde reina o amadorismo, o Executivo aproveitou a ingenuidade dos partidos da oposição e até o alheamento de outros órgãos de soberania.
Enquanto na televisão duvidava da redução da Taxa Social Única (TSU), o seu governo antecipava o plano de cortes para Julho, mas no acordo acelera o corte nas indemnizações e aceita o aumento dos custos com a Saúde.
Realmente há detalhes que sustentam uma estrutura, às vezes uns simples parafusos, que no caso parece que faltam a muita gente. E se o Executivo aproveitou a ingenuidade(?) e a incompetência dos partidos da oposição e de outros órgãos de soberania (até do PR), os senhores da troika e as instituições que representavam, não lhe ficou atrás, demonstrando a mesma má-fé, agravada pela prepotência do credor agiota e de mau caráter. Se nós não somos sérios, eles tinham que o ser…
E a alteração do calendário, que antecipa alguns cortes para Julho, como a tão discutida TSU (Taxa Social Única), o corte nas indemnizações para os despedimentos e o aumento dos custos na Saúde, para os utentes, é uma sacanice de “coisas pequenas”, porque o acordo com a troika até já está a ser executada em outras matérias…
Marcelo Rebelo de Sousa diz que há mudanças de calendário importantes entre os 2 textos do acordo com a 'troika': "Temos alterações de conteúdo, mas sobretudo mudanças de calendário e que são importantes, porque antecipam. E não são medidas irrelevantes, mas pesadas, como as taxas moderadoras", afirmou.
No entanto, MRS considera que estas alterações não são irrelevantes, são até pesadas, exatamente porque as antecipam no tempo e toda a gente sabe, que “TEMPO É DINHEIRO”…
Os portugueses vão pagar mais pelos cuidados de saúde já a partir de Setembro, de acordo com a revisão do acordo inicial com a 'troika', mas não só. O novo Governo tem de apresentar mais cedo os cortes nos subsídios de transporte e a descida da TSU.
E continuando com o rol de medidas antecipadas, que ainda ninguém completou, por agora sabe-se que serão nas áreas da saúde, nas indemnizações nos despedimentos, nos subsídios de transporte e na descida da TSU (que arrastará outras malfeitorias), mas provavelmente serão mais…
Só nos aparece gente que parece séria, só para nos troikar!
E diziam-nos que eram técnicos, mas uns eram filhos da política!

Ecos da blogosfera – 30 Mai.

domingo, 29 de maio de 2011

Ganhamos estatuto: Financiamos o terrorismo!

Os 4 ex-cavaleiros "anti-terrorismo"
A diretora da Unidade de Informação Financeira (UIF), Sílvia Pedrosa, revelou que a Polícia Judiciária (PJ) recebeu no 1.º trimestre deste ano "2.549  comunicações, de que resultaram 43 suspeitas confirmadas e originaram 2.665.495 euros de suspensões propostas" referentes a branqueamento e criminalidade financeira relacionada com tráfico de droga e financiamento do terrorismo e explicou que as "entidades financeiras comunicam à PJ qualquer suspeita", e que "Portugal tem sistemas de alerta e prevenção a funcionar" em colaboração com várias entidades, desde 2002.
A diretora daquela da Unidade recorda que "não existe segredo bancário para as comunicações de operações suspeitas de branqueamento ou de financiamento do terrorismo" e que "toda a lavagem de dinheiro proveniente da criminalidade grave está prevista na lei", além de que "existe regulação bancária forte".
Em 2010, foram confirmadas 240 suspeitas, no valor de 20,6 milhões de euros, enquanto em 2009 tinham sido confirmadas 188 no valor de 14,2 milhões, acrescentou.
Bem que lá de fora se dizia há dias que o branqueamento de dinheiro em Portugal lavava mais branco. Só num trimestre, 2.549  comunicações de branqueamento e criminalidade financeira para a droga e o terrorismo! Fico um pouco confuso, não com o branqueamento, porque sempre fomos uma “Aldeia da Roupa Branca”, não com a droga, porque a nossa vida sempre o foi e mais será, mas com o terrorismo? Só podem ser estrangeiros a tentar denegrir ainda mais a nossa imagem, até porque nós somos uns gajos porreiros e o povo é sereno, a não ser que ainda se estejam a referir ao apoio de Durão Barroso à Guerra do Iraque…
E mais, onde se veem sinais exteriores de riqueza, ou casos pendentes na justiça sobre tais crimes?
Mas também podemos ficar sossegados, porque pelos vistos, Portugal tem sistemas de alerta e prevenção a funcionar, como se tem constatado, porque para estes crimes não existe segredo bancário e são logo espiolhados e porque além de tudo, existe uma regulação bancária forte, que não deixa escapar nada! Só é pena que os apanhados nas malhas das redes demorem tanto tempo a serem inocentados, que até ficam velhos, quando não adoecem e por essas razões são deslocados das cadeias para o “lar, doce lar” de cada um…
Assim de repente, os nomes: Portucale, Operação Furacão, BPN, Face Oculta, BPP, Freeport, TagusPark, são a prova de que a coisa está dominada e se às vezes acontece mais um ou outro caso, é como se fosse uma “simulação”, para exercitar os meios…
Só falta saber, e nestas coisas as estatísticas são estúpidas, por exemplo, se em 2010 as 240 suspeitas que foram confirmadas, são sobre 240 pessoas, ou se meia dúzia de artistas é que praticaram os 240 crimes…
Se em Portugal 20 pessoas administram 1.000 empresas diferentes, tudo é possível e credível.
Para maior sossego, estes crimes tem vindo a aumentar, mas não são (fisicamente) violentos e se aumentarem daqui para a frente, durmamos descansados…

Não leia, OUÇA os Programas eleitorais(?)...

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BE – Bloco de Esquerda


CDS-PP - Centro Democrático Socia-Partido Popular


CDU - Coligação Democrática Unitária


PS – Partido Socialista


PSD – Partido Social Democrata

Ecos da blogosfera – 29 Mai.