Organismos do Estado tiveram de reforçar as verbas para despesas com pessoal em 146 milhões de euros, mas deste valor a tutela só autorizou a desactivação de 83 milhões de euros.
Serviços públicos como politécnicos, universidades e hospitais não estão a conseguir ter verbas para cobrir todos os gastos com pessoal até ao final do ano, incluindo subsídios de férias.
Entretanto, fonte oficial do Ministério das Finanças já veio dizer que o pagamento dos salários e dos subsídios "serão assegurados em condições normais".
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