quarta-feira, 25 de maio de 2011
Ecos da blogosfera – 25 Mai.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Mais do que Prémio, é o Reconhecimento!
O Correntes d’Escritas recebeu, no dia 20 de Maio, o “Prémio Pró-Autor” atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
José Jorge Letria, Presidente da SPA, referiu-se a esta distinção como sendo representativa de “um prémio aos municípios pelo muito que têm feito pela cultura no nosso país desde o 25 de Abril. Em destaque, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim que, ao organizar o evento ao longo de 12 anos, tem mostrado que vale a pena apostar na cultura, quer pela dinamização na divulgação do livro e do seu autor, quer pela promoção do espaço local e regional”.
Para Luís Diamantino, Vereador da Cultura, foi bastante prestigiante a SPA ter distinguido a Póvoa de Varzim entre instituições que promovem grandes eventos nacionais, como o Centro Cultural de Belém e o Jornal de Letras e vê reconhecido o valor atribuído ao Correntes d’Escritas no panorama cultural português e “com esta distinção acresce a responsabilidade do trabalho que realizamos, mas também a motivação para se fazer melhor”.
O “Prémio Pro-Autor” foi instituído em 2010 e consagra a acção de pessoas individuais e colectivas no tocante à difusão e dignificação do trabalho dos autores portugueses. Para além do Correntes d’Escritas, a SPA distinguiu com o “Prémio Pró-Autor”: o Centro Cultural de Belém, o Fantasporto, o Teatro Experimental de Cascais, João Vasco, Ana Aranha - À Volta dos Livros (Antena 1), Jornal de Letras, Álvaro Cassuto e Mécia de Sena.
As Medalhas de Honra da SPA, distinção – criada em 2005 – e que se destinada a autores, já em fase avançada da sua carreira criativa, que se têm destacado pela obra realizada, foram atribuídas a: Hélder Costa, António Tavares Teles, Nuno Nazareth Fernandes, José Mário Branco, Rui Mendes, Maria Guinot, Yvette Centeno e Fernando Dacosta.
O Prémio de Consagração de Carreira foi entregue ao realizador, romancista e radialista Luís Filipe Costa.
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5/24/2011 04:00:00 p.m.
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A Economia tem muitas teorias e ainda mais teóricos
O Presidente da República afirmou “Eu já tive ocasião de dizer várias vezes que o problema português é mesmo muito sério. Nós vamos mesmo ter que mudar de vida de forma a construir uma economia saudável, e como disse e sublinhei vai ser necessário trabalhar melhor e poupar mais”. Nesse sentido, disse esperar que a campanha eleitoral “esclareça as diferentes propostas para dar resposta aos problemas do país”.
Pois, mas como dizia o outro, eu quero é que me dêem trabalho! E trabalhar melhor será trabalhar mais pelo mesmo dinheiro? Será possível trabalhar melhor com os mesmos empresários desqualificados e “desendinheirados”?
Poupar mais? Com cerca de 900.000 desempregados espalhados por várias famílias que os tem que sustentar, porque o Estado já mandou 204.000 pedir a sopa às Misericórdias e Beneficentes?
E se ainda está à espera, que a campanha eleitoral esclareça as diferentes(?) propostas para dar resposta aos problemas do país, ou tem andado fora, ou não viu os debates, nem tem visto a campanha na TV. Pode começar a chamar os partidos à pedra…
Mas também já estamos TODOS ESCLARECIDOS, sobre o PROGRAMA da troika amiga…
Cavaco Silva disse que continua hoje a entender que "cabe aos economistas convencer os decisores políticos e outros decisores da sua utilidade" e que "as decisões económicas baseadas nos seus conhecimentos têm mais possibilidade de acertar do que as decisões baseadas na ignorância".
Esta é o máximo! Então não vemos todos os dias, que cada economista, sua sentença? A diferença de opinião depende só da diferença de interesses pessoais, ou grupais e com os compromissos individuais e partidários, como disse Bernard Shaw: “Se todos os economistas fossem postos lado a lado, nunca chegariam a uma conclusão.”, ou John Galbraith (Economista): “A economia é extremamente útil como forma de emprego para os economistas.”
Mas melhor disse Eça de Queiroz: “Logo que na ordem económica não haja um balanço exacto de forças, de produção, de salários, de trabalhos, de benefícios, de impostos, haverá uma aristocracia financeira, que cresce, reluz, engorda, incha, e ao mesmo tempo uma democracia de produtores que emagrece, definha e dissipa-se nos proletariados.”
Estamos conversados! Mas então expliquem-nos lá como se sai disto, sem as “receitas” do FMI, que na Grécia só deu caca…
Segundo dados do INE, 204.000 portugueses não constam para as estatísticas porque já deixaram de procurar emprego, além dos 688.000 que se encontram no desemprego.
Se estas pessoas entrassem nos números da taxa de desemprego, que, no primeiro trimestre de 2011, atingiu o nível histórico de 12,4%, a taxa de desocupados estaria nos 15,5%.
Para melhor entendermos, talvez este artigo ajude, só para não sermos levados por parvos…
Por José Paulo Silva
Dois organismos públicos, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e o Instituto Nacional de Estatística (INE), continuam, mês a mês, a divulgar números diferentes sobre o desemprego em Portugal.
Os dados mais recentes do INE ampliam a diferença entre o desemprego registado nos centros de emprego, ou seja, pelo IEFP, e os que são estimados por aquele organismo estatístico nacional.
Quem está mais atento sabe que o IEFP, isto é, o Governo, considera desempregados apenas os homens e mulheres inscritos nos centros de emprego.
É sabido que muitos desempregados que perdem o direito ao subsídio de desemprego não se inscrevem nos centros de emprego. Para o IEFP deixa
m, a partir desse momento, de serem considerados desempregados. O INE calcula o desemprego através de um inquérito à população, cujo modo de recolha foi recentemente alterado, fazendo subir ainda mais a taxa da população desempregada para os históricos 12,4%.
Um desempregado é o que (não tem um trabalho remunerado), independentemente de conceitos ou métodos estatísticos, mas bom seria que as entidades públicas se entendessem quando apresentam números sobre esta chaga social.
Os números podem ser lidos de muitas maneiras, mas não é admissível que o INE garanta que o desemprego está a subir e o IEFP assegure, como vem expresso no seu último relatório, que se assiste a “um decréscimo do emprego registado no país”.
Estamos esclarecidos!
à(s)
5/24/2011 10:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 24 Mai.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
EURO afunda, MERKEL perde e só o SUL é culpado?
Ontem, foi dia de eleições no estado de Bremen. Verdes ultrapassaram, pela primeira vez, a CDU da chanceler alemã, Angela Merkel, que voltou a perder pontos, arrecadando apenas 20,2% dos votos, o que acontece pela primeira vez em eleições regionais.
A CDU é ainda o partido mais forte na Alemanha, mas Angela Merkel tem vindo a perder pontos. O resultado obtido ontem não influencia a política nacional, mas os dirigentes da CDU estão muito preocupados com esta evolução.
De derrota em derrota, até à derrota final!
Entretanto, mais uma prova de que quem não é querida pelo seu povo e se acha com direito a exercer a SOBERANIA de outros países independentes, mas morcões... Repare-se:
O euro está hoje em queda, depois da derrocada do PSOE nas eleições de Espanha e de a S&P ter ameaçado cortar o 'rating' de Itália.
Também a chanceler alemã Angela Merkel sofreu ontem uma forte humilhação nas eleições realizadas na cidade-estado de Bremen.
A penalizar o euro está ainda a decisão da Standard & Poor's de baixar o outlook da dívida de Itália de “estável” para “negativo”, o que sinaliza um possível corte do rating do país nos próximos tempos.
No mesmo dia, a agência de notação financeira Fitch baixou em 3 níveis a avaliação da dívida grega.
O EURO está a queda, por culpa da derrota do Zapatero, dos famigerados ratings da Itália e Grécia, não por causa das derrotas sucessivas de Merkel, que apenas foi humilhante…
Bem sabemos que as notícias não são documentos oficiais, mas traduzem “oficiosamente”, a confiança do PODERIO que os domina e a nós tenta manipular…
Mais uma vez o SUL é humilhado (desta safamo-nos)e continua calado, mesmo na Puerta del Sol…
O primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, rejeitou categoricamente a ideia de reestruturação da dívida do país. “Reestruturar (a dívida) não é equacionado”, disse. “Eu escolhi lutar pelo meu país e é isso que eu estou a fazer, para salvar e mudar a Grécia”, insistiu o primeiro-ministro.
Onde é que eu já ouvi isto?
Salvar o país, escravizando o seu povo?
Este filme vai estar brevemente em exibição em outros países (do SUL), com mudança de atores, mas com os mesmos figurantes (o POVO)…
à(s)
5/23/2011 04:00:00 p.m.
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Programa dos Governos 2011/12/13/14/…
A recessão prolongada que vai afectar Portugal nos próximos anos em consequência do acordo com a “troika” será acompanhada por uma quebra sem precedentes no rendimento das famílias e por um aumento do desemprego.
O alerta é do Banco de Portugal e está no relatório anual de 2010.
Andam estes profetas da desgraça a prognosticar uma quebra (assalto) sem precedentes no rendimento das famílias e um aumento do desemprego (também sem precedentes) para o futuro mais próximo e andam uns senhores por todo o país a tentar convencer o povo de que não será tanto, porque eles lá estarão para nos defender, como fizeram até agora…
E mesmo assim, ainda há muito boa gente, que quer acreditar nos discursos (tipo sermão), nos debates (tipo wrestling), nas sondagens (tipo euromilhões), enquanto 40% ainda estão indecisos e parece que não vão em conversas…
Depois disto, espera-se que a percentagem de abstencionistas também aumente, porque até os lerdos sabem de cor as medidas com que nos troikaram, porque fizeram download do PROGRAMA…
A aprovação do empréstimo a Portugal pelo FMI aconteceu ontem e John Lipsky (a substituir interinamente Strauss-Kahn), diz que a ajuda a Portugal e o programa de ajustamento da economia vão permitir "colocar a economia portuguesa novamente nos carris".
Mas o director americano do FMI deixa um aviso aos portugueses: "o programa vai envolver sacrifícios", embora sublinhe que o plano de ajustamento "tem uma forte preocupação social", deixando de fora dos sacrifícios "as categorias de salários e de pensões mais baixas, e assegurando a protecção dos que são mais vulneráveis".
Para nos dar uma esperança no futuro, veio do banco de suplentes do FMI um senhor (americano) dizer que o PROGRAMA de ajustamento vai colocar a economia portuguesa novamente nos carris, como se a gente acreditasse que alguma vez esteve e que com este PROGRAMA vamos lá chegar. Já nos bastavam os pregadores cá da casa…
E para confirmar o que o BdP disse, sublinha que o PROGRAMA vai envolver sacrifícios, para nós (para o FMI dará lucros), mas (por isso acrescentei o “americano”) vem aliviar o sofrimento moral de quem tem mais consciência política, confessando que houve uma forte preocupação social (que é o forte da cultura americana), deixando de fora dos sacrifícios, os salários e as pensões mais baixas e protegendo os que são mais vulneráveis, o que já estava previsto desde o PEC IV, mas era o isco para sublimar esta caritativa magnanimidade...
Obrigado senhor por toda a ajuda e pelo download do PROGRAMA!
A Caixa Geral de Depósitos, liderada por Faria de Oliveira, formalizou o pedido de garantia estatal para emitir até 1,8 mil milhões de euros em obrigações, que se autorizada, se destina a uma colocação privada no mercado doméstico.
A CGD é o segundo banco a pedir garantias do Estado, depois do BES.
E porque o FMI não mente, nem anda aqui a enganar ninguém, como fazem os nossos candidatos, fica já uma prova de que este PROGRAMA realmente já ASSEGURA A PROTECÇÃO DOS QUE SÃO MAIS VULNERÁVEIS…
Obrigado senhor!
Por que será que os altos técnicos das instituições internacionais são ex-políticos e os políticos não são ex-técnicos?
à(s)
5/23/2011 10:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 23 Mai.
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5/23/2011 07:00:00 a.m.
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domingo, 22 de maio de 2011
Se fosse um do ARCO-IRIA dar sentido ao POTE…
Francisco Louçã referiu um Relatório da CMVM de que "certamente nenhuma televisão ainda falou, mas que é importantíssimo, porque nos diz alguma coisa sobre o retrato do nosso país".
"Há 20 administradores das maiores empresas portuguesas que têm 1.000 cargos de administração em empresas diferentes. Cada um deles tem, em média, 50 empregos", denunciou e esmiuçou que “um deles tem 62 empregos e os outros não lhe ficam muito longe", acrescentando que "o ordenado mais importante que é pago a uma destas pessoas, é o que está à frente, no topo, é de 2.500.000 €". "Os outros receberão um pouco menos. São os homens mais poderosos de Portugal" comentou.
Quando se pergunta "onde é que está a dívida, que problemas é que tem a economia, porque é que nos últimos anos cresceram os problemas, porque é que se fizeram construções desnecessárias, a resposta está aqui”, disse Louçã, "É um pequeno grupo de turbo-administradores que voam de empresa para empresa. Chamam a isto trabalho, talvez, mas certamente a isto chama-se renda", concluiu.
Entre os 426 administradores, pouco menos de 1 em cada 4 desempenhava funções de administração em apenas uma empresa. Constatou-se, porém, que cerca de 20 administradores acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, ocupando, em conjunto, mais de 1.000 lugares de administração, entre eles, os das sociedades cotadas. A acumulação de funções patente nestes números poderá ser um motivo de reflexão para os accionistas destas empresas.
A eleger a notícia mais importante (pela negativa) desde que me conheço como cidadão, esta seria classificada em 1º lugar!
Tanta gente com potencialidades e competências, travada por esta antropofagia avara e legitimada, que em 426 administradores de empresas, 106,5 só desempenhavam funções em apenas 1 empresa, enquanto 319,5 desempenhavam funções de administração em mais de 1 empresa… Mas pior, apenas 20, dos 426 administradores, acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, em mais de 1000, numa média de 50 empresas por cada um dos 20 administradores. Ou são super-homens, ou são elos fracos de uma corrente forte, ou são absentistas autorizados, ou…
E para além da adjetivação (julgamento) que possamos fazer a tal situação, pessoas, ou sistema, o que se constata é que esta rede é uma certificação de incompetência a todos os portugueses que investem na qualificação e ficam à espera da igualdade de oportunidades, da apregoada meritocracia e da transparência que lhes apregoam…
E diz o Relatório, que isto é motivo de reflexão para os acionistas destas empresas, como se não fosse motivo de reflexão para os acionistas desta nossa decrépita SOCIEDADE: os cidadãos e contribuintes…
Claro, que sendo o Louçã a trazer a público este escândalo do Relatório da CMVM, ainda corre o risco de ser insultado, mas se fosse algum dirigente dos partidos do ARCO a fazê-lo, teria a credibilidade dos eleitores e alguns votos a mais (talvez PP aproveite e use…) e entenderiam o que significa o tal POTE...
A isto é que se pode chamar: “o princípio da macacada”!
à(s)
5/22/2011 06:00:00 p.m.
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Quem paga não fica a dever: Eduardo Lunardelli
Respondendo com a rapidez da vontade e a ajuda da inspiração, aqui fica a retribuição do presente que o Eduardo me deu ontem, esperando que ele também goste deste.
Foram 5 minutos intensos, saiu à primeira (o que é bom para quem não treina quanto devia) e com uns marcadores quase secos (chineses?), mas é ele…
Aquele abraço!
Pode ver no BLOG UMBIGO: Miguel Loureiro, retribui caricatura no Intercâmbio Internacional
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à(s)
5/22/2011 03:11:00 p.m.
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Afinal a maioria não quer jogar ao(s) monopólio(s)…
Cerca de 70% dos consumidores particulares de energia discorda da construção de uma central nuclear em Portugal, considerando que existem riscos para a saúde pública e segurança, segundo um estudo intitulado "A Energia em Portugal".
O estudo da Associação Portuguesa de Energia mostra que os 30% de consumidores particulares que concordam com a construção de uma central nuclear em Portugal apontam como principal vantagem a produção de energia mais barata.
O estudo é divulgado 2 meses depois do desastre nuclear na central de Fukushima, no Japão.
Em Espanha, a pouco mais de 100 quilómetros da fronteira com Portugal, está localizada a central nuclear espanhola de Almaraz.
No âmbito da mobilidade elétrica, cerca de 31% dos consumidores particulares estão dispostos a pagar mais para a aquisição de um veículo elétrico, sendo que destes cerca de 60% aceitariam pagar até 5% a mais. A maioria dos consumidores considera também a possibilidade de adquirir um veículo elétrico nos próximos 2 a 3 anos.
Sobre a possibilidade de fazer uma mudança de fornecedor de eletricidade ou gás, cerca de 60% dos consumidores particulares mostraram-se recetivos, ou muito recetivos.
Nas empresas, cerca de 44% já mudaram de fornecedor de energia elétrica, maioritariamente da indústria, e cerca de 14% trocaram de fornecedor de gás.
Caramba! Ainda há 30% portugueses, de consumidores de energia, particulares, que concordam com a construção de uma CENTRAL NUCLEAR em Portugal, só por ser(?) mais barata? Então não se contabilizam os prejuízos, economicamente falando, de que temos as contas do Japão?
Sem fazer qualquer tipo de julgamento, quando se diz que o estudo é divulgado 2 meses depois do desastre nuclear na central de Fukushima, no Japão, quer-se dizer que se não houvesse o desastre, as percentagens seriam eventualmente ao contrário? Teremos que ser tão cínicos a ponto de ter que dizer: ainda bem? E será que esses 30% sabem que em Espanha, a pouco mais de 100 quilómetros da fronteira com Portugal, está localizada a central nuclear espanhola de Almaraz, sem que a nossa eletridade seja mais barata por isso e correndo os riscos inerentes?
Terá que se alterar o slogan por: “Nuclear sim! Se de graça!”
Por outro lado, há 31% que até compravam um carro elétrico (não devem ser os 30% nucleares), e 18% (do total) até não se importavam de pagar até mais 5% pelo carro (isso não deviam ter dito!).
Quanto à eletricidade (EDP), que até pensa que faz um grande trabalho e presta um serviço social, 60% dos consumidores particulares mostraram-se recetivos, ou muito recetivos à mudança de fornecedor e nas empresas, cerca de 44% até já mudaram. Porque será? A EDP não estará a passar a mensagem, como é costume dizer-se, ou é mesmo uma posição anti-monopólio (já sei que há uma concorrente espanhola)?
Mas… Privatizando-se é que vai ser o bom e o bonito! Portanto, vote nas privatizações…
à(s)
5/22/2011 10:00:00 a.m.
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