segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Ecos da blogosfera – 12 Set.
à(s)
9/12/2011 01:30:00 a.m.
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domingo, 11 de setembro de 2011
A partir de hoje e todos os dias, o seu filho em 1º!
Muitos pais de crianças e adolescentes ficam bastante preocupados, quando sentem que os seus filhos não se sentem motivados para estudar. Esta falta de interesse, quando levada ao extremo, leva-os muitas vezes a procurar a ajuda de um psicólogo. Leia as nossas dicas. Vai ver que é possível resolver este assunto sem a ajuda de um profissional (se não, consulte mesmo!).
1 – Conheça do que o seu filho gosta e utilize os seus talentos para o estimular.
Por exemplo, se ele não gostar de matemática, mas gostar de jogar futebol, faça com que ele conte quantos jogadores estão no campo de futebol, e se retirar alguns, quantos ficam e assim por diante.
2 – Ensine-o a organizar-se
É importante que lhe crie o hábito de estudar, pelo menos, 2 horas por dia. Isso evita que acumule matéria, e dá-lhe mais tempo para fazer outras coisas de que goste.
3 – Não force o seu filho a estudar
Psicologicamente, isso cria um efeito negativo e torna-se contra-producente.
4 – Respeite-o
Caso ele não aprenda logo o que está a estudar, não o chame de incompetente ou qualquer outro nome menos agradável. Isso só fará com que ele se sinta mais desmotivado, podendo mesmo ficar traumatizado.
5 – Apoie o seu filho
Ajude-o a fazer os trabalhos de casa e elogie-o sempre. Mesmo os pequenos progressos.
6 – Conheça as dificuldades do seu filho e faça tudo para as ultrapassar.
7 – Estimule o seu filho a pesquisar e a descobrir as respostas por conta própria
Se for preciso, dê-lhe algumas dicas, mas nunca faça o trabalho por ele.
8 – Crie um ambiente propício para o estudo
Um local iluminado, ventilado e sem barulho.
9 – Respeite o ritmo de estudo e de assimilação do seu filho
Não o compare ao irmão ou a qualquer outro colega mais rápido. Todos somos diferentes!
10 – Participe nas actividades, reuniões e eventos escolares
É importante que conheça o plano de estudos da escola e que converse com o professor/diretor de turma periodicamente.
por Solange Sousa Mendes
à(s)
9/11/2011 07:00:00 p.m.
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Contramarés sem contrapé… 11 Set.
Um touro foi abatido ilegalmente na vila de Monsaraz, no Alentejo, no final de uma novilhada popular, cumprindo uma tradição reivindicada pela população local. A estocada final foi dada pelas 19:45, mas o abate do touro não foi presenciado pela assistência, que quase enchia o castelo (mais de 1.000 pessoas), por o animal ter sido coberto com um pano escuro.
à(s)
9/11/2011 04:00:00 p.m.
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Memórias construídas e esquecidas… só no Porto?
Um dos slogans mais recorrentes, e mais cínicos, com que o nosso poder político costuma encobrir a sua histórica ineficácia, manifestada em termos de administração cultural, formula-se assim, "Somos demasiado pobres para a riqueza que temos!" Solta-se este desabafo com um nó na garganta, a significar o magoado patriotismo, e cruzam-se os braços na expectativa do próximo decréscimo da dotação orçamental. Geralmente debitada pelos governantes afetos ao património dos monumentos, a engenhosa frase acusa uma imagem conservadora daquilo a que se chama "cultura", e uma certa resistência à dinamização que conduz a horizontes mais respiráveis.
A desculpa esfarrapa-se porém em dois tempos, e deixa ao léu uma situação atávica que, essa sim, constitui sinal de verdadeira indigência, ao denunciar um vazio crónico de ideias e imaginações. E se se analisar o contexto a uma simples lupa de plástico, de qualidade não superior à das que se compram nas lojas chinesas, logo nos salta à vista uma procissão de cromos impagáveis que, catapultados pelos acasos partidários, ocuparam lugares em que se impunha o desenho de uma cultura prosseguida com meridiana vitalidade. À exceção da gigantesca figura de David Mourão-Ferreira, realmente europeia e culta, e de duas ou três pessoas mais, não tão fora de série, mas relativamente animosas, o que a memória retém é o burocrata que ignorava quem fosse Mário Cesariny de Vasconcelos, ou o majarico que propugnava a fome como excelente motor da criatividade.
A mostra remanescente de tudo isto, ou seja, de uma envergonhada prosperidade, demonstrar-se-á sem dúvida com o tesouro imobiliário nas garras do Estado, e que subsiste num raio de cinco quilómetros, a contar da residência do autor destas linhas. A Casa de Ramalde, arquitetada por Nasoni, e sede já do "desativado", mas ainda existente, Museu Nacional de Literatura, acha-se deserta de gentes, e desprovida de objetivos. O denominado "Palacete do Visconde de Vilar de Allen", outrora morada da Delegação Norte do Ministério da Cultura, transferida para Vila Real por conjunturais razões eleitoralistas, encontra-se vazio, e a degradar-se, pese embora a implantação na sua área de um excelente auditório, assinado por Eduardo Souto de Moura. Quanto ao Museu de Etnologia do Porto, utilizando o Palácio de São João Novo, e encerrado há décadas, alberga ele em caixotes uma invulgar coleção, presume-se que sujeita à usura, que ninguém consegue descortinar.
Esperará algum cidadão inocente que a Câmara Municipal do Porto, incapaz de conceber cultura para além das corridas de popós, nostálgica fixação de um infante habilidoso na aritmética, se intrometa nestas matérias? Desengane-se quem porventura julgar que uma autarquia com riquíssimo passado deva abster-se de identificar as Humanidades com a gestão sucateira.
E neste momento, quando não se ouve a menor das referências ao trabalho que se propõe empreender a re-rebaptizada Secretaria de Estado da Cultura, valerá a pena perguntar com razoável legitimidade, "Que país seremos afinal, demasiado pobre de espírito para a riqueza da alma que cada vez menos nos habita?"
d’A AGENDA de Mário Cláudio
à(s)
9/11/2011 09:00:00 a.m.
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Depois do 11 de Setembro de 2001…
à(s)
9/11/2011 01:30:00 a.m.
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sábado, 10 de setembro de 2011
E o que acontecerá a estas comunidades piscatórias?
Póvoa de Varzim será o destino final da estrutura que está a ser montada na Lisnave, em Setúbal. Trata-se de um projeto de energia eólica, que resulta de uma aposta da EDP, através do seu Departamento de Inovação. E é precisamente de inovação que se trata, porque o WindFloat consiste em aproveitar um recurso ilimitado, através das mais modernas tecnologias na área da energia renovável.
O que é o WindFloat?
WindFloat [ou “vento flutuante”] é uma estrutura de apoio flutuante para turbinas eólicas, com um design simples e económico. Permite colocar no mar projetos de que Portugal dispõe, mas longe da área marítima.
As suas características inovadoras permitem reduzir a necessidade de operações de montagem e manutenção. Vários projetos estão em desenvolvimento para a instalação de unidades comerciais, quer na Europa, quer nos EUA.
O design do WindFloat torna possível montar a estrutura em terra. Depois, é transportada para a localização desejada. Também na montagem os custos são mais reduzidos, quando comparados com os projetos eólicos tradicionais.
À primeira impressão e tendo em conta as circunstâncias, há investimento, há lucros contabilizáveis, há criação de postos de trabalho, há redução de energias poluentes e há proteção do ambiente, com aproveitamento da energia eólica, gratuita… Ainda sobra o impacto visual na paisagem, que pode ser positivo, ou não, mas não é por aí que morre o peixe…
No entanto, Teresa Simas, do Centro de Energia Eólica Offshore, para além de lembrar o bom, enumerou: o risco de colisão de aves e a exclusão da área de pescas.
Mas se realmente houver prejuízos previsíveis para a pesca, o Mestre José Festas, presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar (excluído por Assunção Cristas das recentes negociações aquando da prospeção de petróleo na costa norte), tem toda a razão quando diz que os pescadores foram “mais uma vez deixados para segundo plano, sendo informados do projecto há apenas dois ou três meses”, o que não faz sentido, porque é uma comunidade inteira, dependente da pesca que será eliminada e empurrada para a miséria, enquanto o projeto se traduz apenas numa troca económica, entre o peixe que comemos e não importamos e mais eletricidade e riqueza para uma empresa, que nem é da terra, nem será do país.
E é aqui que voltam as circunstâncias para uma análise menos economicista, porque tendo em conta que a EDP vai ser privatizada e adquirida por estrangeiros (os nossos “ricos” só investem em mercearias), tal significa que vamos ceder (no caso, poveiros e vilacondenses), o seu território e as boas condições meteorológicas (para o efeito), sem qualquer benefício direto e com prejuízo para as pessoas dos dois concelhos, ad eternum.
Mas há qualquer coisa que não bate certo!
E que não venham dizer depois, como disseram com a prospeção do petróleo, que no contrato se esqueceram de um pormenor, o de contabilizar os prejuízos (irreparáveis) dos pescadores, como uma das parcelas variáveis do investimento!
Mas a procissão ainda vai no adro…Veja as imagens de um projeto de WindFloat:
à(s)
9/10/2011 07:00:00 p.m.
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Contramarés sem contrapé… 10 Set.
O Ministro da Educação Ciência disse que "Portugal tem a partir de hoje um novo modelo de avaliação de professores", depois de ter chegado a acordo com 7 das 13 organizações sindicais.
No final, os dois principais sindicatos tomaram diferentes posições, com a Federação Nacional de Professores (FENPROF) a recusar assinar o novo acordo, que foi subscrito pela Federação Nacional de Educação (FNE).
à(s)
9/10/2011 04:00:00 p.m.
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50,35% de portugueses (2.813.857) aprovou IVA a 23%!
A maioria PSD/CDS-PP aprovou na generalidade, com os votos contra da oposição, o diploma que elimina a taxa reduzida de IVA sobre eletricidade e gás natural, que passam a ser taxados a 23%.
No debate, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais lembrou que haverá 700.000 famílias que beneficiarão de tarifas sociais no caso da energia e 150.000 no caso do gás.
Como os ex demagogos (os banqueiros) diziam após as eleições, que havia 78,41% de portugueses que estavam de acordo com o MEMORANDO da troika (agora não devem pensar o mesmo, por a troika andar a espiolhar os empréstimos que fizeram aos “mais ricos”) temos que aceitar que agora 50,35% de portugueses estão de acordo que lhes vão ao bolso, apesar de esta maioria representar apenas 2.813.857, contra os 9.624.133 de votantes (mortos incluídos), mas é uma das perversidades da nossa democracia…
As tarifas sociais tão badaladas, que parece que vão aliviar os sempre salvaguardados "mais desfavorecidos", traduzir-se-á em cêntimos, como já acontecia com a eletricidade.
Mas mais vale nada do que NADA…
O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais anunciou que a tarifa social no gás natural abrangerá os beneficiários do rendimento social de inserção, do complemento solidário de idosos, do subsídio social de desemprego, da pensão social de invalidez e do 1º escalão do abono de família.
O governante foi ao Parlamento defender a proposta de lei do Governo que antecipa o aumento do IVA da electricidade e do gás para a taxa máxima a partir de Outubro de 2011, justificando que estes bens serão taxados a 23% porque é assim na “esmagadora maioria” dos países da União Europeia. Em relação à electricidade, “há 20 países com a taxa normal e apenas 3 que aplicam a taxa reduzida” e no gás, “há 20 países com a taxa normal e 2 com a taxa reduzida” e lembrou, que a alteração do IVA dos bens energéticos foi uma das “obrigações” que o Estado assumiu no memorando com a troika.
Críticas da oposição
A deputada do PS, Sónia Fertuzinhos, admitiu que o aumento do IVA na electricidade e no gás está previsto no memorando que os socialistas também assinaram, mas frisou que “este aumento” não estava nesse compromisso, descartando qualquer apoio do PS a estas medidas.
O deputado do PCP, Honório Novo, apresentou 5 exemplos de taxas reduzidas aos bens energéticos na UE, negando os dados apresentados pelo secretário de Estado: “Na Alemanha e na Irlanda é 19%, em França 5,5%, na Bélgica 6% e no Reino Unido 5,5%”, frisando ainda que, para se compararem impostos na UE, também é necessário o Governo “propor que o salário médio dos portugueses passe a ser o salário médio da EU”.
Pedro Filipe Soares do BE, também acredita que vamos passar a ter “a electricidade mais cara da UE, patrocinada por PSD e CDS”, exigindo conhecer os estudos para o impacto destas medidas.
A deputada d'Os Verdesm Heloísa Apolónia, apontou que uma boa média das famílias “pode vir a pagar mais 100 ou 150 euros de luz e gás anualmente”, o que considera “insustentável”.
O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais apresentou a lista dos "mais desfavorecidos", anunciou a antecipação da medida (grande), que a “esmagadora maioria” dos países da UE já paga pelo mesmo peso e medida e que esta era uma das obrigações assumidas no memorando.
Mas…
Sónia Fertuzinhos frisou que ESTE AUMENTO não estava no compromisso, descartando o apoio do PS;
Honório Novo negou os dados apresentados pelo secretário de Estado (que vergonha!) sobre as taxas reduzidas dos bens energéticos na UE e que para se comparar impostos na UE, também se tem que comparar o salário médio dos portugueses com os da UE (evidentemente, e é para isso que serve o reforço da aprendizagem da matemática);
Pedro Filipe Soares acredita que vamos ter a eletricidade mais cara da UE e exige os estudos do impacto destas medidas (não fizeram?) e
Heloísa Apolónia calculou que uma boa média das famílias pode vir a pagar anualmente, mais 100 ou 150 euros de luz e gás, o que considera insustentável (porque se está a esquecer da sustentabilidade de…)...
Agora, raciocinando, o estudo do “portefólio” (antes dizia-se dossier) sobre o assunto, não foi bem preparado pelo governante e parece que meteu água, mas como tinha um colete de salvação do tamanho de 2.813.857 de cidadãos, também chamados (como na Líbia) de apoiantes do Líder (que já não é o Sócrates)…
Continuando a raciocinar (quem me manda cansar a tola) e aceitando como dito o que disseram os representantes da oposição (na Líbia “os revoltosos”), até parece que tem carradas de razão, ou sou eu que não entendo o óbvio…
A democracia paga-se e em democracia também. Os da Primavera Árabe é que ainda andam enganadinhos, a cantar “O Povo Unido…", mas os “indignados” já sabem os preços…
Agora não adianta chorar…
Fiat Lux!
à(s)
9/10/2011 09:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 10 Set.
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9/10/2011 01:30:00 a.m.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Contramarés sem contrapé… 9 Set.
O economista chefe do Banco Central Europeu, o alemão Jürgen Stark, comunicou ao presidente Jean-Claude Trichet, que vai abandonar o cargo antes do fim do seu mandato que termina a 31 de maio de 2014 “devido a razões pessoais”, apesar de ser conhecida a sua oposição à compra de dívida pública dos países da zona euro. Stark permanecerá no posto até que seja encontrado um sucessor, no final deste ano.
à(s)
9/09/2011 06:00:00 p.m.
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