domingo, 7 de agosto de 2011
Ecos da blogosfera – 7 Ago.
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8/07/2011 01:30:00 a.m.
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sábado, 6 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 6 Ago.
Berlusconi e Sarkozy antecipam cimeira dos ministros das Finanças do G7
Sílvio Berlusconi, anunciou que "com o Presidente francês Sarkozy", foi tomada a decisão "de antecipar uma cimeira de ministros das Finanças do G7", sublinhando que contactou líderes da UE, da Alemanha e de Espanha.
Um porta-voz do Governo alemão referiu que Angela Merkel manteve conversações com Sarkozy, com Berlusconi e o britânico David Cameron.
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8/06/2011 07:00:00 p.m.
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Uma cornada na (in)consciência dos “estripadores”…
Mais de 29.000 crianças morreram de fome na Somália nos últimos 3 meses, em sequência da pior crise humanitária no Corno de África, explicou a responsável da Agência Americana de Ajuda ao Desenvolvimento, que sublinhou que na Somália, "3,2 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária imediata".
"Trata-se da pior crise humanitária dos últimos 20 anos", salientou a responsável, secundada pelo senador democrata Chris Coons, que afirmou que aquela "afeta a nutrição de 12 milhões de pessoas na Somália, Etiópia, Quénia, Djibouti e outros" países.
Desde que me conheço, que a fome em África é motivo de apelos à consciência dos cidadãos de todo o mundo, motivo para missões de todos os tipos e proveniências, fonte de fotos impressionantes sobre a “nossa” desumanidade, mote para poemas de adolescentes empenhados e o Corno de África sempre foi mais saliente nesta tragédia humana.
E vem agora falar da pior crise humanitária dos últimos 20 anos, quando eu tenho um bocado mais do que 20…
Crise humanitária? Mas isso tem a ver com uma crise na efetiva garantia dos direitos humanos, sobretudo no que diz respeito à privação de necessidades básicas como moradia e alimentação, que neste continente é quase endémica, não por culpa da população, que não tem meios de sair dela e porque desde sempre os remorsos de alguns países os levaram a darem-lhes farinha, em vez de os ensinarem a plantar…
E só agora e nesta zona, são 12.000.000 de pessoas a sofrer e a morrer, de fome, quando mais de 50% dos alimentos gerados e colhidos em todo o mundo são destruídos, para manutenção do preço alto dos alimentos.
A crise humanitária está na consciência dos governantes países mais ricos, que gostam mais do ouro negro do continente, do que das pessoas africanas. E veja-se:
O delegado do governo alemão para os assuntos africanos, Gunter Nooke, acusou a China de co-responsabilidade na fome no Corno de África, "porque muitos investidores chineses compram terras e retiram aos pequenos agricultores a base de existência" e deu o exemplo da Etiópia, onde grandes superfícies de terra foram compradas por investidores estrangeiros ou vendidas ao Estado chinês. "Isso pode ser muita interessante para algumas elites africanas, mas para grande parte da população seria melhor que os governos locais se preocupassem em criar estruturas de produção agrícolas", disse o político democrata-cristão.
Para combater a fome em África, é necessário ir além da pequena produção agrícola e criar, por exemplo, sistemas de irrigação e de armazenamento modernos, o que é caro, reconheceu.
A chanceler alemã Angela Merkel visitou três países africanos - Quénia, Angola e Nigéria - e o combate à fome também foi abordado nas conversações com os respectivos governos, mas a intenção de exportar corvetas para Angola, sobressaiu.
O predomínio da China em África levou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, a advertir já para um "novo colonialismo chinês", centrado na apropriação dos recursos naturais.
E agora vem os alemães dizerem que os chineses…
E vem a Sra. Merkel dizer que falou da fome em África da fome em África, enquanto tenta vender corvetas (submarinos é difícil) em África…
E vem a Sra. Hillary Clinton chamar colonizadores aos chineses…
E a China continua impávida e serena a iniciar práticas já velhas dos que agora a contestam…
Tá-se mesmo a ver que anda aqui política!
E de repente ficou todo o mundo com a consciência em lágrimas, ao ver as “lágrimas” que nem conseguem fazer verter…
Claro que como diz o alemão e qualquer inculto era capaz de adivinhar, para combater a fome em África, é necessário ir além da pequena produção agrícola e criar sistemas de irrigação e de armazenamento modernos. Mas diz ele que é caro. Porra!
E a vida humana terá preço e será mais barata?
E as ajudas cíclicas, quase sempre arrebanhadas pelos caciques abastados desses países, não ficam mais caras?
E o lucro do petróleo extraído desse continente não chega para matar a fome dos seus donos?
Vá lá, Senhores da massa, devolvam em géneros à população o que levaram em matéria prima desses países, mas só os que a levaram, não todos os cidadãos do mundo a que apelam agora à consciência… Quem comeu a carne, que devolva pelo menos uns ossitos para uma sopa de pedra…
Afinal, os Objetivos do Milénio, eram para os pobres, porque os ricos já os atingiram há muito...
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8/06/2011 09:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 6 Ago.
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8/06/2011 01:30:00 a.m.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 5 Ago.
Ninguém vai compreender quaisquer atrasos adicionais no estabelecimento das novas regras para o FEEF e a sua possível intervenção no mercado secundário, disse Olli Rehn, o comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários, que lamentou que o acordo do Conselho Europeu de 21 de julho ainda não esteja em vigor.
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8/05/2011 07:00:00 p.m.
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“Sistema do cordão”, ou mais um nó no contribuinte?
Uma taxa especial sobre a circulação de carros nos centros das cidades, como já acontece em Londres e Estocolmo, "é uma coisa que poderemos eventualmente estudar", admitiu o ministro da Economia, medida pela qual a Comissão Europeia e vários especialistas na matéria nutrem bastante simpatia.
Segundo os estudos, a medida é "positiva" do ponto de vista ambiental, melhora a qualidade de vida no centro das cidades e já é uma fonte de receita adicional para as autarquias poderem financiar uma maior qualidade e/ou quantidade da oferta de meios públicos de transporte.
Dizem, que “o Estado somos nós”. E disso ninguém tem dúvidas, para o bem e para o mal. Mas se o Estado somos nós, o que o Estado tem é nosso e o que é nosso estando pago, ninguém nos pode obrigar a pagar mais do que uma vez. O raciocínio básico (desculpem a ignorância) serve para contrariar muitas das medidas tomadas por vários governos, desde há anos, mas cada vez mais o silêncio dos inocentes vai dando força aos abusos e aberrações de algumas ideias que se querem implementar, com base em falácias mal elaboradas.
A última inovação da caça ao níquel, para o governo retirar verbas aos municípios e levar os cidadãos a contribuírem com uma esmolinha que preencha os “buracos” dos orçamentos municipais (para já Lisboa e Porto) é um taxa especial sobre a circulação de carros nos centros das cidades, com o que a Comissão Europeia simpatiza e vários ESPECIALISTAS(?) na matéria também. Não passaram mais de meia dúzia de anos, que se começou a falar nessa taxa para Londres e Nova York e já há especialistas na matéria, sem se desconfiar onde fizeram essa especialização e de que tem vivido no exercício dessa profissão. Mas a falácia da autoridade, não funciona sempre.
E para se dar mais força à falácia, até se refere a existência de ESTUDOS (embora o ministro tenha sido colhido de surpresa e respondido à queima roupa), que provam que a medida é positiva e disso ninguém tem dúvidas, só depende de se saber em quê e se é a solução mais eficaz conforme os objectivos.
Do ponto de vista ambiental, é claro que melhora a QUALIDADE DE VIDA DAS CIDADES, mas a qualidade de vida não se resume à qualidade do ar e talvez (talvez!) seja prioritário criar melhores condições para a QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS das cidades, que passou ao lado dos especialistas, ou não há especialistas dessas coisas, porque só há 2 sociólogos que de vez em quando dizem alguma coisa que se lhes pede…
Que é uma fonte de receita adicional para as autarquias, temos dúvidas quanto ao adicional, mas temos a certeza de que é uma fonte de mais receitas. Só que, as autarquias tem que emagrecer os “donativos” do governo e não há nada como o alterne para sacar muito e rápido…
Para financiarem uma maior qualidade e/ou quantidade da oferta de meios públicos de transporte? Estão a gozar connosco! Então não foi no dia 1 deste mês que se aumentou o custo dos transportes públicos, que deram origem a Protestos contra o aumento brutal? E este aumento não é contra a preferência do transporte público em favor do particular e por isso a favor da redução da qualidade de vida nos centros das cidades? E os veículos elétricos não seriam mais eficazes na prossecução da qualidade do ar?
À primeira impressão, parece que os tais estudos não estão completos, ou que os especialistas ainda não fizeram estágio (não remunerado) em nenhuma das 40 cidades (podiam enumerá-las, não podiam?) e andamos para aqui a enganarmo-nos uns aos outros, uns a pensarem que os outros são burros e toca de meter carga em cima dos outros.
Engraçado, é que há gente que entende de imediato estas “inovações”, estes conceitos pacóvios e qualquer dia ainda nos cobram para entrarmos nas nossas casas…
Mas também há exceções e ainda por cima um autarca de Lisboa, uma das cidades “beneficiadas” com a benesse, raciocínios que não comento, por serem evidentes demais e estar de acordo com tudo o que expõe. Ora leiam:
O vereador da mobilidade e transportes da câmara de Lisboa disse que “deve existir algum equívoco” do Governo, a propósito da possibilidade de vir a ser estudada uma taxa especial à entrada de viaturas no centro das cidades.
De acordo com o vereador, Nunes da Silva, “as portagens já existem”, referindo-se ao facto de todas as vias de acesso à capital com excepção do IC 19 já serem portajadas.
Nunes da Silva explicou que “essas portagens foram estabelecidas como forma de amortizar o investimento privado” e “não reflectem uma política de transportes, mais favorável ao transporte colectivo”.
Sobre a possibilidade da taxa, o vereador disse que deve haver um “equívoco”, porque “quem tem competência exclusiva” para definir esse tipo de cobrança “não é o Governo, mas as câmaras”.
O responsável pela mobilidade em Lisboa declarou ainda que a câmara municipal “tem um sistema muito mais eficaz para controlar o acesso ao centro da cidade, que é a política tarifária de estacionamento”.
Nunes da Silva referiu ainda que as auto-estradas, vias rápidas e pontes “construídas há mais tempo, têm portagens mais baratas, e as mais recentes têm portagens mais caras”, dando “origem a verdadeiras aberrações do ponto de vista da política de transportes”. A título de exemplo, o vereador referiu também que “a zona com maior poder de compra” - o corredor de Oeiras Cascais - tem “portagens mais baratas”, e as “zonas construídas mais recentemente, como a ponte Vasco da Gama tem uma portagem mais cara”.
Se o Governo quer definir uma política de portagens para regular o tráfego e favorecer a utilização de transportes colectivos nas cidades, “o que tem de fazer é definir uma política de portagens em função da procura”, defendeu o vereador.
E só Lisboa e Porto merecem respirar o ar mais puro? Ou há discriminação, ou é um balão de ensaio!
O Governo rejeita estar a estudar o pagamento de uma taxa para entrar nas cidades. “Não estamos a estudar neste momento. É uma questão que não se coloca neste momento”, afirmou o ministro da Economia.
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8/05/2011 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 4 Ago.
A agência chinesa de 'rating' Dagong baixou hoje a notação dos EUA, de A+ para A, com perspectivas negativas sobre a dívida norte-americana, que prevê que ultrapasse o PIB do país no final de 2012, "Em resultado, a solvência dos EUA vai continuar a cair, a dívida a aumentar, o que desencadeará uma inevitável e grave crise da dívida soberana", estima.
A francesa Fitch e as norte-americanas Moody´s e Standard & Poor´s mantêm a nota dos EUA de AAA.
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8/04/2011 07:00:00 p.m.
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Encher chouriços, não é Serviço Público! É junk…
O ministro dos Assuntos Parlamentares considera que a reestruturação da RTP "não é impeditiva" da sua privatização, referindo que "temos de ter um serviço público de televisão, é verdade, mas a valores aceitáveis".
O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou, que o processo de privatização da RTP está no programa do Governo e sem apontar datas para a sua concretização, disse: "Este Governo tem uma legislatura de quatro anos, não estamos a pensar na próxima legislatura."
O ministro da Comunicação Social fez questão de referir os resultados "muito agradáveis" da empresa no primeiro semestre de 2011.
Miguel Relvas assegurou ainda que, até final de Outubro, o Governo terá pronto um novo modelo de serviço público onde ficará definida a presença do Estado no sector dos media.
"Seria uma catástrofe", avisa Miguel Veiga. A proposta não é consensual no partido.
"Há quem não defenda a privatização da RTP. Poderia levar à catástrofe dos outros dois canais", afirma Miguel Veiga, referindo-se ao impacto desta medida na SIC e na TVI.
O histórico social-democrata assume que não concorda com Pedro Passos Coelho: "Aí tenho ideias firmes" e "a realidade do mercado" não é compatível com a proposta inscrita no programa do PSD. "Pura e simplesmente não vai haver privatização da RTP. Isso já todos nós percebemos. A fórmula que lá está adia para sempre a privatização", disse o ex-deputado Pacheco Pereira.
Miguel Relvas, para já, decidiu criar um grupo de trabalho para definir o conceito de serviço público.
Para o ex-secretário de Estado da Comunicação Social, Arons de Carvalho, “…a RTP, como todos os canais, custa 2,3 € por mês a cada português. Não tem um custo exagerado".
Em primeiro lugar, convém mesmo lembrar o ao ministro responsável pela Comunicação Social, que a RTP custa 2,3 € por mês a cada português e que por isso não é de graça e não sendo de graça, os pagantes tem direito a qualquer coisa que não seja uma desgraça.
Depois dde se procurar a qualidade do produto que somos obrigados a comprar, então pode-se falar de boas intenções e definições do "SERVIÇO PÚBLICO DE TELEVISÃO", que devia ser estendido a todas as televisões, porque não podemos ter a janela aberta para nos atirarem com lixo para dentro de casa e das cabeças… Mas, pelo que ameaça MR, o governo vai inventar um novo modelo de serviço público, onde ficará definida a presença do Estado nos media.
E aqui é que não entendo o direito que o governo (o Estado) pensa que tem de intervir, quando não intervém nas coisas mais importantes e de direito dos cidadãos. Será que somos obrigados a comer com o que Miguel Relvas gosta? E o direito de escolha de tudo e mais alguma coisa tão apregoado pelos neoliberais (sem ofensa)? Hummmm…
Embora MR diga que a privatização da RTP está no programa do Governo, talvez fosse mais rigoroso que dissesse que estava no programa eleitoral do PSD, ou mais ainda, no programa da troika, embora sejam a mesma coisa. E se eu quero ver na TV o que me agrada e me desagrada que seja MR a defini-lo, mais desagradado fico se for um troikiano a impor-me e ainda por cima a obrigar o governo a vender o que é dos portugueses e mais ainda quando é reconhecido que os resultados da empresa são porreiros. Mas já sabemos que a privatização nos é imposta, porque dá resultados positivos, se não, vendia-se ao BIC.
No entanto, aparece outro Miguel, de apelido Veiga, fundador do PSD, a dizer que a privatização seria uma catástrofe, em defesa da SIC e da TVI, nitidamente contra a concorrência que os neoliberais (sem ofensa) pregam em todas as homilias…
Do mesmo partido, Pacheco Pereira vem dizer que o adiamento da privatização da RTP a adia para sempre (a privatização), sem se perceber se fica contente, ou triste…Afinal fica provado, que o PSD não é neoliberal (sem ofensa)!
O que importa sublinhar, é que Miguel Relvas, contra o que o seu chefe prometeu na campanha eleitoral (e nem vou certificar-me se consta do programa eleitoral do PSD, mas no da troika não está), é que em vez, ou antes de acabar com Institutos,
Fundações e Comissões, vai criar mais um Grupo de Trabalho para definir o conceito de serviço público, que deve ser formado por académicos independentes, criativos com funções nos departamentos dos ministérios e especialistas em TV, para não ter que começar com boys e com os lucros da RTP. Até podia ser o Conselho de Administração da CGD…
E por que não a ERC?
Mas o que eu queria mesmo dizer, é que com os enlatados que estão a encher chouriças na RTP e com repetições de tantos programas em que alguns dos artistas até já morreram, até é fácil arranjar lucro, mas não é preciso pagar a nenhuma “comissão de inteligentes” para nos dizer que isto não é serviço público, é mesmo junk!
E devem ter cuidado com a estratégia, porque com as “reposições” há muita gente de idade, que está a perder a noção do tempo, a desconfiar que estão com Alzheimer e mais desacompanhas dos seus artistas preferidos, só de tanto insistirem com os mesmos…
Talvez fosse boa ideia, que o Grupo de Trabalho que vai estudar o Serviço Público de Televisão, estudasse também o impacto da TV na Saúde Pública dos utentes e sócios da RTP!
à(s)
8/04/2011 08:30:00 a.m.
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