Governo já divulgou a tabela dos cortes salariais da função pública. E determinou que os rendimentos pagos a título de subsídio ou de gratificações serão cortados em 10%.
O Governo vai reduzir a despesa com salários dos funcionários públicos em 5%, o que implica que haverá cortes salariais entre 3,5%, para rendimentos brutos entre 1.500 euros e 2.000 euros, até 10% para remunerações superiores a 4.200 euros.
E definiu que estas remunerações são as que “resultam da soma das prestações pecuniárias sujeitas a desconto para a Caixa Geral de Aposentações, I.P., ou para a Segurança Social, consoante o sistema de protecção social de cada trabalhador”, revela um comunicado emitido.
Mas não são apenas estes rendimentos que serão alvo de imposto adicional. “Os subsídios, suplementos remuneratórios, gratificações e outras prestações pecuniárias sobre os quais não incida desconto” é-lhes aplicado uma “redução autónoma de 10%”, acrescenta a mesma fonte.
Estes cortes incidem sobre as “remunerações dos titulares de cargos políticos e de órgãos independentes, de juízes e magistrados, de membros do Governo, de dirigentes, gestores públicos e trabalhadores de institutos de regime geral ou especial, de empresas públicas de capital maioritariamente público, de militares, de membros de gabinetes e de trabalhadores da administração central, regional e local, de órgãos de gestão e de gabinetes de apoio, de Fundações Públicas e de todos os estabelecimentos de apoio”, adianta.
Veja a tabela com os escalões de cortes salariais (viaNegócios):
Francês, foi Prémio Nobel de Economia em 1988 pelos seus estudos das teorias de mercado e a utilização eficiente dos recursos.
É autor de teorias sobre decisões a serem tomadas em situações de incerteza económica e além disso, demonstrou como se produzem comportamentos racionais na economia em tempos de crise.
Graças aos seus estudos sobre a crise de 1929, Maurice Allais, que se definia como "liberal socialista", foi um dos poucos economistas que previu o "crash" das Bolsas em 1987.
A sua orientação para a economia aconteceu após uma viagem aos Estados Unidos em 1932, em plena depressão, após a crise de 1929, que o motivou a estudar as causas e tentar buscar uma solução.
Para além da morte e da idade, talvez os conceitos e ideias sejam mais úteis, até pelo paralelismo das situações e das soluções, que lhe valeram o Prémio Nobel.
Desta época de aplicação de uma doutrina coerente, Maurice Allais, diz-nos em seu livro “Autoportrais” (1989):
"A minha principal preocupação foi a da síntese. Fazer entrar numa mesma construção a análise dos fenómenos reais e dos fenómenos monetários, associar a análise das condições de eficácia e da distribuição dos rendimentos, relacionar estreitamente a análise teórica e a economia aplicada, ligar a economia às outras ciências sociais, a psicologia, a sociologia e a história, que foram minhas metas constantemente.”
"É esta preocupação de uma concepção sintética de todos os fenómenos económicos e sociais que constituem o alicerce de toda a minha obra, e a estreita ligação entre os meus trabalhos de teoria económica e os da economia aplicada. É ela que explica a profunda unidade subjacente a todos os meus trabalhos.”
"Na sua elaboração, a minha abordagem nunca foi pensada a partir da teoria para chegar aos factos, mas, ao contrário, tentar identificar dos factos, o quadro explicativo, sem o qual eles apareciam incompreensível e escapando a toda a acção eficaz.”
"Os meus trabalhos responderam à necessidade que eu sentia para entender a realidade concreta e de dar respostas satisfatórias às questões que me sugeriam as obscuridades, as contradições e as lacunas da literatura existente. A minha obra representou para mim um longo esforço, muitas vezes doloroso, para me desembaraçar dos caminhos batidos e das concepções dominantes do meu tempo.”
"No início de minha carreira, o meu desejo de compreender foi motivado por um profundo desejo de agir, pelo desejo de influenciar a opinião pública e política; entretanto, progressivamente, ao longo dos anos, esta motivação passou na realidade para segundo plano, muito para trás do desejo de compreender."
Se para reduzir as despesas em 2011, o PEC3 vai somar entre 800 milhões e 1.000 milhões de euros, com o corte nos salários dos Funcionários Públicos, só nestas despesas enumeradas na peça noticiosa, dava e sobrava para o tapar o buraco e ainda se podia fazer um lanchezito em “Vila de Baixo” para constar no Guiness Book!
E sobravam ainda uns trocos para pôr a Banda de "Vila de Cima" a passar.
A administração pública em Portugal é definida como organizações e instituições portuguesas que dependem directamente do estado. As suas funções são diversas mas no essencial, devem servir o estado e o cidadão português. Uma pessoa que trabalhe na administração pública é designada de funcionário público.
Organização
A Administração Pública Portuguesa pode ser categorizada em 3 grandes grupos, de acordo com a sua relação com o Governo:
Administração directa do Estado;
Administração indirecta do Estado;
Administração Autónoma.
O grupo Administração directa do Estado reúne todos os órgãos, serviços e agentes do Estado que visam a satisfação das necessidades colectivas. Este grupo pode ser divido em:
Serviços centrais - Serviços com competência em todo o território nacional, como é o caso da Direcção Geral de Viação;
Serviços periféricos- Serviços regionais com zona de acção limitada, como por exemplo as Direcções Regionais de Educação ou os Governos Civis.
O segundo grupo Administração indirecta do Estado reúne as entidades públicas, dotadas de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira. Por prosseguir objectivos do Estado entram na categoria de Administração Pública, mas por serem conseguidos por entidades distintas do Estado diz-se que é Administração indirecta. Cada uma das entidades deste grupo está associada a um ministério, que se designa por ministério de tutela.
Este grupo pode ser subdividido nos seguintes grupos:
Serviços personalizados - Pessoas colectivas de natureza institucional dotadas de personalidade jurídica. Exemplos são o Instituto Nacional de Estatística e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil;
Fundos personalizados - Pessoas colectivas de direito público, instituídas por acto do poder público, com natureza patrimonial. Exemplos incluem Serviços Sociais das forças de segurança.
Entidades públicas empresariais - Pessoas colectivas de natureza empresarial, com fim lucrativo, que visam a prestação de bens ou serviços de interesse público, com total capital do Estado. Exemplos são o Hospital de Santa Maria e Hospital Geral de Santo António.
O terceiro e último grupo Administração Autónoma reúne as entidades que prosseguem interesses próprios das pessoas que as constituem e que definem autonomamente e com independência a sua orientação e actividade. Estas entidades podem se subdividir três categorias:
Administração Regional (autónoma) - Copia a organização da Administração Directa e Indirecta do Estado, aplicando-a a uma região autónoma. Exemplos são as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira;
Administração Local (autónoma) - Copia a organização da Administração Directa e Indirecta do Estado, aplicando-a a um nível local;
Associações públicas- Pessoas colectivas de natureza associativa, criadas pelo poder público para assegurar a prossecução dos interesses não lucrativos pertencentes a um grupo de pessoas que se organizam para a sua prossecução. Exemplos são as Ordens Profissionais.
Apesar de os dados serem de 2004 e não encontramos outros mais recentes, teria sido brutal o número de novos Funcionários Públicos, para serem considerados excedentes, comparando com os restantes países, que por coincidência são quase todos menos pobres e não por causa da percentagem.
As raízes do parlamento podem ser encontradas num encontro da nobreza sueca em 1435, na cidade de Arboga. Esta organização informal foi modificada em 1527 pelo primeiro rei sueco, Gustav I Vasa, de modo a incluir representantes de todos os estratos sociais: a nobreza, o clero, a burguesia e o povo. Esta forma de representação, (em sueco, Ständestaat), durou até 1865, quando o sistema de duas câmaras foi estabelecido. Princípios parlamentares foram introduzidos na Suécia pouco antes dos anos 20, no século XX.
O Parlamento sofreu uma importante mudança em 1970, tendo sido abolido o sistema de duas câmaras. Como as eleições de 1973 deram exactamente o mesmo número de lugares aos dois blocos (175) e tiveram de ser desempatadas por sorteio, o número de assentos no parlamento foi reduzido para 349 em 1976.
O Parlamento
O parlamento da Suécia (emsueco, Riksdag, ouSveriges Riksdag) é umaassembleiacom 349 membros (em sueco,riksdagsledamöter), eleitos por representação proporcional por quatro anos. O edifício do parlamento encontra-se na ilha Helgeandsholmen emEstocolmo.
O actual porta-voz do parlamento é Björn von Sydow (desdeSetembrode2002). As últimas eleições ocorreram a17 de Setembrode2006, prevendo-se a substituição do governo actual por uma coligação liderada pelo partido Moderaterna("Moderados", de centro-direita).
O parlamento tem autoridade para elaborar leis, efectuar emendas à Constituição e nomear o governo, como é normal numademocracia parlamentar. Normalmente, numa democracia parlamentar o chefe de Estado nomeia um político para formar um governo. Esta tarefa foi retirada aomonarca da Suéciaapós a aprovação de um novo Instrumento de Governo (uma das quatro leis fundamentais daConstituição da Suécia) em1974, e entregue ao porta-voz do Riksdag.
Para efectuar quaisquer alterações à Constituição, as emendas têm de ser aprovadas duas vezes pelo parlamento, em dois períodos eleitorais sucessivos separados por umaeleiçãogeral.
Eleição do Governo
Todos os membros do parlamento são eleitos através de eleições gerais a cada quatro anos. As eleições ocorrem no 3º Domingode Setembro. Todoscidadãossuecos maiores de 18 anos (até ao próprio dia das eleições) podem votar. Ospartidostêm de obter um mínimo de 4% nas eleições para poderem ter representação parlamentar (ou 12% numa dada região eleitoral).
Após negociações com os líderes dos diversos partidos com representação parlamentar, o porta-voz doRiksdagnomeia umprimeiro-ministro (em sueco,Statsminister). Para formar um governo, o primeiro-ministro deve então apresentar uma lista deministrospara aprovação pelo parlamento.
O parlamento pode dar um voto de não-confiança a qualquer membro do governo, forçando a suademissão. Se o voto for contra o primeiro-ministro, significa que todo o governo é rejeitado, e o processo de nomeação de um novo governo volta ao início.
Paralelamente à eleição do governo central, é feita em simultâneo a eleição para os governos locais (cidadesecondados). Quaisquer referendos, locais ou nacionais, também são efectuados ao mesmo tempo. Nas eleições de carácter local, podem votar cidadãos estrangeiros com residência registada na Suécia (no caso de cidadãos não pertencentes àUnião Europeia, com residência registada na Suécia há mais de três anos). Foto
A economia global precisa criar 440 milhões de empregos nos próximos dez anos para aqueles que irão entrar pela primeira vez no mercado de trabalho, disse Juan Somavia, Director-geral do Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Escritório Internacional do Trabalho e do Comité Financeiro e Monetário Internacional.
"O mundo está a deparar-se com um défice de emprego global, que está a atrapalhar a recuperação dos países e a gerar tensões sociais", disse o Director, ao falar ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
A crise aumentou o número de desempregados de 30 milhões em 2007 para cerca de 220 milhões, actualmente. "Houve uma interrupção no longo declínio do número de pessoas em extrema pobreza por causa da recessão e o Banco Mundial estima que mais 76 milhões de pessoas estão a sobreviver com menos que os US$ 2 por dia, em comparação às estimativas do período pré-crise", disse.
Somavia acrescentou que é preciso adoptar políticas de incentivo às contratações e que, no curto prazo, a consolidação fiscal em vários países irá enfraquecer a retoma global antes que o consumo nos lares e investimentos nos negócios consigam recuperar-se o suficiente para entrar numa tendência de crescimento.
Com que então, o défice de emprego global está a atrapalhar a recuperação dos países e a gerar tensões sociais. Não será o contrário? Ou seja, a crise económico-financeira que se abateu sobre os países, por via dos especuladores internacionais não é que está a atrapalhar o défice de emprego e consequentemente a chocar tensões sociais? Até parece o Venerável…
A Crise não é a Causa do Desemprego?
O Desemprego não é o Efeito da Crise e Causa da Pobreza?
A Pobreza não é o Efeito do Desemprego e a Causa das Tensões Sociais?
As Tensões Sociais não são o Efeito do Desemprego?
E qual é a Causa da Crise, na análise do Director da OIT?
E quem é que tem que incentivar ou fazer investimento a curtíssimo prazo?
E como é possível obrigar os cada vez menos detentores da riqueza a investirem no trabalho, para diminuírem o número dos cada vez mais pobres, se até jogam na Bolsa com os próprios países?
Este discurso, tão recorrente do lado do poder e do poderio, confunde-nos, se pensávamos que a OIT estava do lado dos cidadãos e servia para algo mais do que fazer Relatórios e ditar orientações humanistas sobre os direitos dos trabalhadores.
Cours d'économie du Vénérable Professeur Kuing Yamang
Há tempos mandaram-me por mail, como agora, o vídeo abaixo, que de tão básico e tão cru na ”análise”, deitei-o ao lixo, mas como me parece que há gente a entranhar este paradigma, até o vou publicar (para quem sabe francês), mas com uma adenda mais abaixo.
Os operários industriais trabalham jornadas esticadas e ganham o equivalente a US$ 400 (287,29 €) ou US$ 500 (359,12 €) mensais (e até menos), enquanto no Japão, EUA e União Europeia ganham mais de US$ 3.000 (2.154,70 €). Gerentes e técnicos de alta especialização - raros e bem pagos - recebem cerca de US$ 2.500 (1.795,59 €) por mês (média), quando no mundo desenvolvido ganham acima de US$ 5.000 (3.591,17 €) mensais.
Na Tailândia, o salário médio de um operário industrial é de US$ 280 mensais (média); na Índia, de US$ 200; e no Vietname, de US$ 100.
Com o rápido desenvolvimento que continua ocorrendo naquele país, os trabalhadores qualificados estão tendo substanciais aumentos dos seus rendimentos, e algumas pesquisas já indicam que no nível gerencial chegam a US$ 10.000 (7.182,35 €) mensais. No entanto, os que exercem meras actividades braçais continuam tendo um mínimo de cerca de US$ 80 (57,46 €), chegando em Xangai a cerca de US$ 160 (114,92€).
Como já estamos habituados e atentos, em economia e em política os números “vareiam” ao gosto da fonte, daí a disparidade entre os valores nas duas notícias, que por acaso são quase contemporâneas.
Perante o que disse o Venerável e a realidade dos números (mais reais os da notícia de baixo), como dizia o outro, “assim também eu!” e não digo mais nada, porque nem ganhei o Prémio Nobel da Paz 2010…
Portal Galego da Língua: O prestígio dumha língua está ligado, entre outros factores, às pessoas que as falam. Se se ligasse no imaginário social a nossa língua com as sociedades portuguesa e brasileira, seria um reforço para o prestígio do galego?
Fernando Ramallo:De existir essa ligaçom, nom seria difícil imaginar que o prestígio da língua sairia reforçado, especialmente se se desse com a condiçom de que o conhecimento do galego impulsionasse a penetraçom dos seus utentes no mercado laboral luso. Nom sabemos como devemos atuar sobre o prestígio da língua. Agora bem, umha língua com umha forte demanda no mercado laboral (público e privado, nacional ou internacional) tem muito ganhado porque isso ativará as motivaçons para a sua aprendizagem e desativará preconceitos. As perguntas que eu me fago som, há impedimentos para que os profissionais que atualmente falam galego optem ao mercado luso? Conhecem os portugueses e brasileiros Galiza e o galego? Estám as sociedades portuguesa e brasileira preparadas para incorporar no seu imaginário colectivo as especificidades galegas e da Galiza?
PGL: Como se podia implementar a vantagem competitiva do galego em relaçom à Lusofonia?
FR:Ao meu modo de ver, a vantagem competitiva do galego tem como principal desafio o mercado interior. Sem empresas instaladas na Galiza que apostem por demandar o conhecimento desta língua para aceder às ofertas de emprego, o prestígio da língua tem poucas possibilidades. Em relaçom com a Lusofonia, qualquer pessoa que fale galego tem umha vantagem clara sobre os demais. Em galego, com certeza, podemos entender-nos mui bem com os portugueses e, ainda melhor, com muitos brasileiros.
Excerto de uma entrevista, com interesse para quem se interessa pela lusofonia. Recomenda-se.
O Vaticano saiu em defesa do sexo. Um palhaço foi o candidato a deputado mais votado nas eleições brasileiras. E um deputado à Assembleia da República (história em que as semelhanças com a anterior serão mera coincidência) declarou que os representantes do povo mal ganham para comer e exigiu que a cantina do Parlamento também abra à noite. Enquanto isso, o FMI anuncia uma recessão da economia portuguesa para o próximo ano e a aprovação do orçamento continua em dúvida. Temos com que nos entreter.
Os países ricos não estão a cumprir a promessa de dar US$ 30 mil milhões às nações pobres para as ajudar a enfrentar as mudanças climáticas, afirma relatório do Governo alemão. A doação foi acertada na Conferência do Clima de Copenhaga, no ano passado, e defendida pelo ex-Primeiro-Ministro britânico Gordon Brown como forma de aumentar a confiança no diálogo.
Segundo o relatório, os recursos, que deveriam ser entregues até 2012, estão a sair dos orçamentos de outros mecanismos de auxílio e não representam dinheiro novo. Caso isso se confirme, ficará provada a alegação de grupos de pressão de que os países ricos na verdade estão apenas a mudar o rótulo das suas doações, o que levaria a uma maior escassez de recursos para projectos de combate à pobreza.
Quem acreditou se Tiriricou! Quem acreditar se Tiriricará!
Quem vendeu os desastres climáticos Tiriricou toda a gente! Quem comprou catástrofes climáticas, Tiriricou os seus concidadãos.