Cartoon do Antero do blogue “anterozóide”
Obrigado.
Parece ser bom demais para ser verdade, temos experiência que chegue para não acreditarmos em milagres, mas enquanto durar o sonho, sonhemos, porque pelo sonho é que vamos!…
É sintomático que os nomeados assinantes do documento sejam ex-qualquer coisa.
É desanimador que o 1º assinante se apresente, ele próprio, como candidato contra Sócrates.
Mas é bom saber, que há políticos (mesmo desconhecidos) que ouvem o povo, falam como ele e denunciam os mesmos podres que o povo pensa, por um Futuro Decente, num Portugal Novo.
Aguardemos!
Mais um elo real da lusofonia institucionalizada, de quem tem para quem precisa, de quem precisou e não esqueceu.
Parabéns, ainda Presidente, Lula.
Milton Friedman (Brooklyn, 31 de Julho de 1912 — São Francisco, 16 de Novembro de 2006) foi um dos mais destacados economistas do século XX e um dos mais influentes teóricos do liberalismo económico. Principal apóstolo da Escola Monetarista e membro da Escola de Chicago, além de defensor do laissez faire e do Mercado Livre, Friedman foi conselheiro do governo chileno de Augusto Pinochet e muitas de suas ideias foram aplicadas na primeira fase do governo Nixon e em boa parte do governo Reagan.Tendo recebido o vídeo abaixo e porque a situação económica no mundo ocidental nos obriga a estar por dentro destes temas secos e pouco recomendáveis, recomendo, como me fizeram, que o ouçam e vejam com atenção, sobretudo se não são Economistas, para que não nos comam a papa na cabeça e se apercebam onde pára a Teoria Económica e começa a POLÍTICA!
Os dois Economistas referenciados no vídeo, são indiscriminadamente referenciados por Economistas, Fazedores de Opinião e Políticos, para justificarem as suas propostas de saída da crise, conforme a área política de cada um, mas para que não fiquem de fora, saibam mais sobre cada um.
Pelos comentários feitos ao vídeo, no Youtube, percebe-se que há especialistas em economia, que desdenham deste Professor Catedrático, em favor de um outro, confirmando que Economia e Política se entrelaçam, conforme o tocador…
Empresas solidárias, consciência e responsabilidade das empresas, devia ser o 1º argumento, ou motivação para que o consumidor possa escolher os produtos de que necessita, para em simultâneo estar a ajudar quem necessita de algo, que quem tem a obrigação de dar respostas não dá.
Mas há que ter cuidado com certas campanhas, de certas empresas, em que o lucro é maior para o promotor do que para o fim social, e há muitas!
As empresas solidárias, têm um conceito social do seu objecto industrial/comercial, que serão a base de um comércio justo, porque ajudam quem as “ajuda”. Como quem compra só produtos portugueses, para ajudar a economia nacional e a mesmo tempo evitar importações, que nos levam divisas e enriquecem que depois nos empresta dinheiro para termos que lhes pagar, com a soberania dessa dívida.
“Nunca sirvas a quem serviu, nem peças a quem pediu.”
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| Ka'aba |
No Ano Internacional para a Aproximação de Culturas, nada melhor ou imperioso do que conhecer cada uma, para melhor as compreendemos e ser mais fácil essa aproximação.
Bem sabemos que, na actualidade o islamismo não é visto com bons olhos, mas todos temos que fazer o esforço necessário para que a relação seja facilitada.
Daí a pertinência deste artigo e da sua divulgação, para não sermos gratuitamente contra as facções…
Pois é!
A Lusofonia é a aculturação de todos os povos que falam a mesma língua e por ela foram assimilando culturas diferentes, natural e historicamente, que começou com o colonialismo, de que ninguém, hoje, tem qualquer culpa, nem deve sentir qualquer arrependimento. Todos os povos, de todo o mundo, de todas as épocas históricas, foram sempre "colonizados", acontecendo hoje e cada vez mais esse processo.
Parece-me obsessiva esta estigmatização do colonialismo (ou será do colonialista?), que ninguém atribui à "Common Wealth", que foi muito mais colonizadora, mais extractora do que absorvente do que a portuguesa.
Claro que neste trabalho muito bem construído pedagogicamente, falta aqui um “novo vector”, o do Comércio (trocas comerciais), em que a língua hoje, é mais um instrumento importantíssimo nas relações globalizadas e que foram a razão primeira das descobertas ou achamentos.
Retiremos os traumas e pecados dos nossos antepassados, colonizados e colonizadores e construamos uma relação fraterna, como se de uma grande família fosse, com as quezílias que a família gera, mas que não podemos escolher.
Já escrevi mais do que uma linha…
Apesar de a recolha de assinaturas para a Petição corresponder apenas a um período de 15 dias, não deixa de ser ridículo o número das mesmas, tendo em conta que Portugal tem 10.685.377 habitantes e apenas 169.474 a assinaram.
Pode-se dizer que 10.515.903 portugueses não estão esclarecidos, concordam com tais taxas, ou simplesmente não têm internet?
Assim, continuaremos por muito tempo às escuras e nunca mais seremos capazes de ver os nossos direitos…
Assim, nunca daremos força a quem toma a iniciativa de nos defender dos usurpadores dos nossos direitos, uns tecnocratas muito eficientes, quando “monopolizam”…
Assim, não!