O número de pobres em França aumentou em 2009 para 8.200.000 (13,5%) de pessoas, que em 2008 eram 7.840.000 (13%), segundo estudo do Instituto Nacional de Estatísticas e sem contar os territórios ultramarinos. Em França, quem ganha menos de 954 euros por mês, vive abaixo do limiar da pobreza. O estudo confirma um aprofundamento das desigualdades entre os franceses mais modestos e os mais abastados.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 30 Ago.
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8/30/2011 07:00:00 p.m.
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Sobre o MAR, que o PODER o quer a navegar…
2 de Setembro
Este Encontro integra-se na comemoração dos 20 anos da Lancha Poveira do Alto "Fé em Deus", cujo programa inclui ainda viagens para a comunidade escolar local, participação em vários encontros de embarcações tradicionais, organização do 1º Encontro de embarcações tradicionais da Póvoa de Varzim, iniciativas editoriais e actividades lúdico-pedagógicas. Na organização das actividades, são parceiros da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim a Sociedade de Geografia de Lisboa, a Marinha de Guerra Portuguesa e o Clube Naval Povoense.
Exposição de Fotografia
“a vida é assim” - de Rita Rocha
Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim - 2 a 24 de Setembro
INAUGURAÇÃO SEXTA, 2 Setembro pelas 11h da manhã com um cafezinho!
Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim - 2 a 24 de Setembro
INAUGURAÇÃO SEXTA, 2 Setembro pelas 11h da manhã com um cafezinho!
Rita Rocha nasceu na Póvoa de Varzim, em 1978.
Licenciada em Fotografia pela University of Glamorgan em Cardiff no Reino
Unido, onde viveu nos últimos 6 anos. Em contacto com a fotografia desde muito
cedo pelas mãos do pai que lhe oferece a primeira máquina fotográfica e
sempre ligada às artes na sua contínua formação. Em 2007, ganhou o 1º
Prémio do Concurso Nacional de Fotografia promovido pelo Município da Povoa
de Varzim. Em 2009, participou com algumas fotografias no Livro "Olhar a
Nu", editado pela Chiado Editora. Expôs com outros fotógrafos em vários
locais e individualmente com a exposição "Introspectus" na
Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, na Póvoa de Varzim em 2009, e Fórum da
Maia em 2010. Em 2011 expõe no Butetown History and Arts Centre em Cardiff e
participa pela primeira vez com a série documental "a vida é
assim", no projeto "Empty Shop", com extensão a todo o Reino
Unido. É fotógrafa residente da companhia de Teatro e Marionetas de
Mandrágora e trabalha como freelancer nos mais variados projectos a nível
nacional. Encontra-se actualmente a desenvolver investigação e registo
documental daquilo que é a vida do pescador contemporâneo.
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8/30/2011 01:49:00 p.m.
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Quem sabe, sabe! Quem manda, manda!
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"O Banco Central Europeu deve interromper o ciclo de subidas da taxa de juro e voltar a baixar o preço do dinheiro", defendeu o economista numa entrevista.
Para Joseph Stiglitz é importante que a Zona Euro e os Estados Unidos sincronizem as suas políticas monetárias. Caso contrário, a economia europeia será penalizada, "já que a actual política do Banco Central Europeu impulsiona o euro e prejudica as exportações".
O BCE já realizou, este ano, duas subidas da taxa de juro: a primeira de 1% para 1,25% e a segunda de 1,25% para 1,5%. No entanto, o agravamento da crise da dívida e o abrandamento das maiores economias no segundo trimestre poderá levar o BCE a não voltar a subir os juros este ano. Mas para Stiglitz, Jean-Claude Trichet, deveria baixar de novo os juros da região, aproximando-os dos praticados nos Estados Unidos.
Devido à fraca recuperação da economia norte-americana, e aos receios de que o país possa entrar novamente em recessão, a Reserva Federal decidiu manter a taxa de juro de referência no intervalo entre 0% e 0,25% até 2013.
A diferença entre as taxas de juro praticadas nos dois lados do Atlântico tem impulsionado o euro e, consequentemente, penalizado as exportações da região. "A actual política monetária do BCE faz subir o euro e prejudica, assim as exportações alemãs", alerta o economista.
Este é que sabe e qualquer leigo entende os argumentos, que são mais do que sólidos e pensa com independência nacionalista e por isso com honestidade intelectual…
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O BCE decidiu, como já era esperado, manter a taxa de juro da Zona Euro em 1,5% e surgem dúvidas quanto à data da próxima subida da taxa directora.
O clima de abrandamento do crescimento e os receios de contágio aumentam a pressão sobre a instituição para retomar a compra de obrigações e não proceder a uma subida de juros tão cedo.
Com as “yields” italianas e espanholas perto de recordes da Zona Euro e a economia alemã a mostrar sinais de enfraquecimento, os investidores reduziram as apostas quanto ao BCE anunciar uma subida da taxa de juro em Outubro.
Tendo em conta estes argumentos e comparando-os com os de cima, não é qualquer leigo que entende as razões desta decisão, mas como são eles que mandam, mesmo que muito do que tem feito tem dado o que tem dado e havendo críticas de todos os setores, parece que temos que aceitar e esperar por melhores técnicos e menos enfeudados a mandantes e figurantes…
Em fim!
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8/30/2011 09:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 30 Ago.
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8/30/2011 01:30:00 a.m.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 29 Ago.
O presidente da União das Misericórdias disse que o "Ministério da Saúde neste momento está a pôr claramente em risco a capacidade das instituições do setor social de responderem à crise". "As Misericórdias do Algarve não recebem há vários meses a comparticipação do Ministério da Saúde no que diz respeito à rede de cuidados continuados quando foi o Governo que pediu às IPSS e às misericórdias que ajudassem", criticou.
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8/29/2011 06:00:00 p.m.
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…porque usurpar é não ter direito…
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| Mensagem de leitura ambígua, porque em árabe se lê da direita para a esquerda |
Depois de o CNT anunciar a libertação de Tripoli, os combates prosseguiram rua a rua e, muitas vezes, casa a casa, deixando um rasto de mortos nas artérias da capital. Os mortos são agora às centenas e estavam a ser deixados abandonados sob o Sol, em plena decomposição. A decisão foi por isso começar a sepultar os corpos sem identificação em valas comuns.
O caos também é visível nos hospitais, completamente cheios, sendo vulgar encontrar na mesma enfermaria feridos que combateram em lados opostos.
À semelhança do que acontece por toda a capital, também nos hospitais falta quase tudo: pessoal médico, medicamentos e outros bens de primeira necessidade.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu o envio urgente de ajuda humanitária.
Enquanto a caçada ao coronel Muammar Kadhafi prossegue, dois dias após a tomada do seu quartel-general pelas forças rebeldes, jornalistas da BBC testemunharam os primeiros sinais de massacres nos confrontos ocorridos na capital, Tripoli, nos dois lados envolvidos no conflito.
Um porta-voz da Cruz Vermelha disse que os dois lados mantêm centenas de prisioneiros. Robin Waudo pediu às partes envolvidas que respeitem os direitos de prisioneiros de guerra, dispostos em convenções internacionais.
A Amnistia Internacional também denunciou execuções sumárias de prisioneiros nos dois lados do conflito.
Ajuda urgente
O CNT, já reconhecido como governo legítimo da Líbia por grande parte da comunidade internacional (no entanto, não pelo Brasil), disse que precisa de US$ 5 mil milhões para evitar uma crise humanitária no país.
Membros do Conselho estão a negociar a libertação de investimentos do regime líbio em contas no estrangeiro. Estados Unidos, Suíça, França e Itália já prometeram descongelar ativos da Líbia.
O líder do CNT, Mahmoud Jibril, disse em Itália, ao lado do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, um dia após se encontrar com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que o Conselho precisa de ajuda urgente. “O nosso povo não tem recebido salário há meses. Estamos a dizer aos nossos amigos que o maior elemento desestabilizador seria o fracasso do CNT, caso não consigamos oferecer os serviços necessários e pagar o salário (dos servidores)”.
Nunca fui capaz de entender a guerra, muito menos nos tempos de hoje, avançados em tudo menos no respeito pela vida, pelos direitos individuais e pelo direito internacional, sobretudo porque cada vez mais, as guerras matam mais civis inocentes do que militares profissionais.
No caso, é patético ler os títulos das centenas, ou milhares de notícias, de qualquer país do mundo, para se perceber o exercício manipulador das mentes sãs dos cidadãos comuns, que passa pela invenção, pela contradição, pelo prognóstico, pelo desmentido, pelas meias verdades, pelas meias mentiras, etc…
Vejam-se as imagens que nos oferecem, em que raramente aparecem mais de 10 pessoas, que tomaram conta não se sabe de que cidade e controlam a “revolução”… E as reportagens de jornalistas de renome a mostrarem as piscinas do ditador, como se não tivéssemos democratas com piscinas melhores…
Sem entrar com a história recente, que a antecede e escancara a hipocrisia de todos os governantes das maiores potencias bélicas e beligerantes, sem que se traduzam nos governos mais prósperos e mais humanistas, por muita tinta com que os pintem…
Dizia há dias um amigo de longa idade, mas bem lúcido e direto, a propósito da guerra contra Kadhafi: “já viu, se matarem o homem, nenhum país lhe fica a dever nada, contas saldadas!”. Pois…
E agora quem vai reconstruir o país? Para já vão 5 mil milhões de dólares para pagar os salários dos "rebeldes" líbios, porque os dos estrangeiros devem ser pagos pelos próprios países (espera-se)... Para a reconstrução do que a NATO deitou abaixo, o petróleo deve chegar e sobrar...
Mas bastavam-me as palavras e os conceitos de Alberto Caeiro:
A guerra
A guerra, que aflige com os seus esquadrões o Mundo,
É o tipo perfeito do erro da filosofia.
É o tipo perfeito do erro da filosofia.
A guerra, como tudo humano, quer alterar.
Mas a guerra, mais do que tudo, quer alterar e alterar muito
E alterar depressa.
Mas a guerra, mais do que tudo, quer alterar e alterar muito
E alterar depressa.
Mas a guerra inflige a morte.
E a morte é o desprezo do Universo por nós.
Tendo por consequência a morte, a guerra prova que é falsa.
Sendo falsa, prova que é falso todo o querer alterar.
E a morte é o desprezo do Universo por nós.
Tendo por consequência a morte, a guerra prova que é falsa.
Sendo falsa, prova que é falso todo o querer alterar.
Deixemos o universo exterior e os outros homens onde a Natureza os pôs.
Tudo é orgulho e inconsciência.
Tudo é querer mexer-se, fazer coisas, deixar rasto.
Para o coração e o comandante dos esquadrões
Regressa aos bocados o universo exterior.
Tudo é querer mexer-se, fazer coisas, deixar rasto.
Para o coração e o comandante dos esquadrões
Regressa aos bocados o universo exterior.
A química directa da Natureza
Não deixa lugar vago para o pensamento.
Não deixa lugar vago para o pensamento.
A humanidade é uma revolta de escravos.
A humanidade é um governo usurpado pelo povo.
Existe porque usurpou, mas erra porque usurpar é não ter direito.
A humanidade é um governo usurpado pelo povo.
Existe porque usurpou, mas erra porque usurpar é não ter direito.
Deixai existir o mundo exterior e a humanidade natural!
Paz a todas as coisas pré-humanas, mesmo no homem,
Paz à essência inteiramente exterior do Universo!
Paz a todas as coisas pré-humanas, mesmo no homem,
Paz à essência inteiramente exterior do Universo!
Alberto Caeiro - (24-10-1917)
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8/29/2011 09:00:00 a.m.
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Ecos da blogosfera – 29 Ago.
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8/29/2011 01:30:00 a.m.
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domingo, 28 de agosto de 2011
Contramarés sem contrapé… 28 Ago.
Cozinha contra a crise.
Tempere as iscas de porco com sal, vinho branco, louro e alho esmagado, a gosto, e deixe a marinar, de preferência de um dia para o outro. Frite as iscas muito bem em óleo abundante. Acompanhe com batatas cozidas, que pode temperar com uma pitada de salsa e azeite.
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8/28/2011 07:00:00 p.m.
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Se a realidade cansa, o virtual não cansa menos…
Estudo concluiu que está a acontecer um abandono gradual.
O estudo é de uma empresa especializada em tecnologias de informação, a Gartner, e ouviu 6.300 pessoas com idades entre os 13 e os 74 anos, de 11 países. No final os investigadores concluíram que os cibernautas estão a ficar cansados da fórmula das redes sociais.
31% dos inquiridos admitem que já não usam o Facebook, o Twitter ou o Orkut com a mesma intensidade que no início. "O que este estudo vem mostrar são sinais de cansaço, especialmente junto dos utilizadores mais antigos", explicou o responsável pelo estudo, Brian Blau.
A maioria dos entrevistados apontou o perigo da exposição da sua privacidade como o factor que mais tem pesado no abandono gradual das redes sociais. No segundo lugar da lista aparece a "superficialidade dos comentários" deixados por outros utilizadores da mesma rede social. A terceira razão mais invocada pelos inquiridos é a possibilidade de os seus contactos ficarem "a saber demasiado" das suas vidas.
Brian Blau, que coordenou a investigação, sublinha que o facto de 31% dos utilizadores confessarem cansaço só revela que as empresas responsáveis pelas redes sociais têm de estar atentas. "Vão precisar de inovar e variar para manter a atenção do consumidor", avisa o responsável, acrescentando que a nova geração de consumidores é "incansável e tem uma janela curta de atenção, o que exige grandes doses de criatividade para se conseguir um impacto significativo".
Veicular pelo Facebook a informação de que o apetite pelas redes sociais está a diminuir, quando o próprio a utiliza, sem muita exposição e com fins restritos, é usar o “cavalo de Tróia”, sem intenções de atacar a fortaleza…
Para quem se fez blogueiro, no tempo em que as redes sociais não estavam tão divulgadas, não eram tão facilmente usufruídas e por isso não tinham tanta adesão, começa a notar uma redução de leitores de blogues, seguramente pela facilidade de manuseamento e pela “interação” que permite estabelecer-se.
Para quem não é “apanhado” pelas redes, entende perfeitamente o resultado saído deste estudo, que se resume à exposição da privacidade, à abertura da sua vida aos contactos estabelecidos, mas sobretudo à superficialidade dos comentários dos outros utilizadores, que deve cansar quem escreve, mas sobretudo quem lê. E penso que este último argumento será o que maior força tem para o cansaço anunciado, já que quanto à exposição cada um só mostra o que quer…
O estudo (de mercado) podia levar a outros resultados, se se quisesse saber da utilidade, vantagem e consequências das redes na vida pessoal, a vários níveis e áreas, que tem, mas limitou-se a medir a frequência e concluiu com o cansaço. E no seguimento, aconselha as empresas responsáveis pelas redes sociais a estarem atentas, renovarem a motivação dos fatigados, mesmo que seja para manter todos os “inconvenientes” descobertos.
Sem querer alterar os comportamentos de ninguém, há no entanto outros “perigos” no uso das redes, que podemos encontrar neste outro artigo, anterior e mais empírico.
Quem se vai manifestar nas redes sociais não deve agir por impulso. "Em qualquer media virtual, se 20 pessoas replicarem uma informação sua, ela será distribuída para 8.000 pessoas. É como pólvora", diz o professor Gil Giardelli. "As empresas olham o que você coloca na rede e há até o risco de perder o emprego. A reputação é a moeda do século XXI e isso serve para trabalho, namorada e amigos."
Para a professora Rosa Maria Farah, tudo depende da maturidade emocional do internauta e do conhecimento que ele tem das ferramentas. "Ele pode achar que está a falar para um grupo, quando uma comunidade inteira tem acesso às informações." Caso se arrependa do que disse, até pode apagar o que escreveu, mas já terá perdido controlo da informação.
"Diariamente, são levantados processos na Justiça que têm como prova o que está nas redes sociais", afirma o advogado Leandro Bissoli, especializado em direito digital, em que os problemas mais comuns são o uso indevido de imagens e os crimes contra a honra, como a difamação.
"As pessoas acabam por produzir provas contra elas próprias", diz. Há casos de pessoas que alegam problemas de saúde para se afastar do trabalho, mas postam fotos de viagens na rede. E há funcionários que acabam por registar situações no trabalho, que podem levar à demissão por justa causa.
E por isso, convém estar atento e não navegar sem bússola, para não cair nas próprias redes.
à(s)
8/28/2011 09:00:00 a.m.
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