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terça-feira, 28 de setembro de 2010

É preciso 1 barómetro, ou 1 “olhómetro” chegava?

Apesar da confiança dos portugueses, quanto à evolução económica, continuar a crescer os valores estão ainda muito longe dos níveis registados há um ano.
Segundo os dados do barómetro TSF/Diário Económico, publicados este mês, depois do índice da expectativa dos portugueses ter atingido os 54% em Setembro de 2009, este mês ficou 20 pontos abaixo desse valor, nos 33%.
Quando questionados sobre as expectativas da situação económica pessoal para os próximos 12 meses, a visão dos portugueses não muda muito. 43% dos inquiridos acreditam que vão estar pior, ao contrário de 18% que se mostram optimistas.
Na estrutura social, é a classe baixa que se mostra mais pessimista. 15 % dos indivíduos pertencentes a esta classe não se mostram muito confiantes.
E é no sul do país que concentra a maior percentagem de pessimistas, 50%, enquanto que os habitantes do Litoral Centro, um em cada quatro, acreditam numa melhoria da situação económica.
No que respeita à intenção de voto, são os simpatizantes do PS que se mostram mais optimistas, 30%, representando quase o dobro dos que votam no PSD.
Senhores jornalistas, por favor entendam-se, ou entendam a realidade.
Pouco confiantes, mais positivos, menos pessimistas, menos desanimados e mais optimistas, não é, nem de perto, nem de longe, a mesma coisa ou parecido. E ainda por cima, somos os que têm maiores dificuldades no fim do mês.
Isto nem anima, nem desanima, só descredibiliza quem tira o retrato.

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