As diferentes formas de retratar a Copa pelos artistas de rua mostram os conflitos vividos pelos brasileiros. Ao mesmo tempo que havia um clima de euforia, havia também muita insatisfação com os investimentos públicos bilionários na Copa.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Foi-se o Mundial, ficaram as marcas gritando nas ruas…
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7/15/2014 10:30:00 da manhã
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Contramaré… 15 jul.
A Força Aérea israelita já lançou cerca de 1.000 toneladas em bombas na Faixa de Gaza, atingindo mais de 1.100 “alvos” em todo o território, o que inclui residências, matando mais de 160 pessoas, inclusive dezenas de crianças, desde que foi lançada oficialmente a operação “Margem Protetora”, há quase uma semana. O governo israelita mantém dezenas de tanques e milhares de tropas na fronteira, e uma invasão terrestre já foi confirmada, no domingo, dia 13.
à(s)
7/15/2014 07:00:00 da manhã
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segunda-feira, 14 de julho de 2014
O roubo descompensa e o Banco (dos réus) não tem clientes…
Se no início da crise eram apenas os desempregados que recorriam à Deco em busca de uma solução para liquidarem as suas dívidas, agora o panorama está diferente.
De acordo com o boletim estatístico do Gabinete do Sobre-endividado (GAS) da Deco, são os pensionistas e os funcionários públicos os novos ‘clientes da casa’. Em causa, os cortes nos salários e nas pensões.
“As famílias estão numa situação financeira mais débil e já não conseguem reestruturar as suas dívidas devido à ausência quase total de rendimentos”, disse Natália Nunes, responsável do GAS.
Segundo o boletim estatístico em causa, a maioria dos sobre-endividados que recorrem à Deco ainda são os trabalhadores do setor privado (33,6%) e os desempregados (30,4%). Contudo, tem vindo a crescer significativamente o número de reformados e funcionários públicos a pedir ajuda.
Se no ano passado os reformados representavam 11,6% dos pedidos de ajuda, este ano o número aumentou para 15%. Entre os funcionários públicos a subida é mais modesta (de 15,6% para 16,1%), no entanto espelha uma tendência que não deixa de ser preocupante.
Este crescimento é explicado por Natália Nunes como consequência dos “cortes salariais e da falta de perspetiva de voltarem a ter o mesmo rendimento que tinham antes”. Esta situação, sublinha, “está a causar um grande desespero e a levar as pessoas a perceber que têm de pedir ajuda”.
Só nos primeiros 6 meses do ano a GAS recebeu mais de 17.000 pedidos de ajuda.
O Estado financia formação a desempregados, acabando por esconder um grande número dos que estão sem emprego. São quase 162.000, que poderiam fazer disparar a taxa de desemprego de 15,1% para 18,2%.
Constatando-se que os cortes salariais ultrapassam o desemprego nas causas para o sobre-endividamento, convém olhar devagar para o assunto, para não sermos levados por uma visão desenquadrada dos direitos constitucionais e das manobras político-ideológicas…
Se no princípio eram os desempregados os aflitos e preocupados com as dívidas, esses estão resignados com a falta de emprego, e mais grave, sem subsídios de sobrevivência… E pronto, estes já estão arrumados e nas prateleiras da “marginalidade” dos “caloteiros”…
Curiosamente, e para complicar estas conclusões, um outro estudo vem dizer-nos que o desemprego não é o que se diz, que andará nos 18,2%, se não houvesse marteladas nos números, o que garante, por muito tempo, o 1.º lugar aos desempregados nesta corrida maluca para a pobreza…
E apesar de até agora serem os trabalhadores do setor privado que estavam à frente da bicha das queixas à Deco, à frente dos desempregados, em 3.º lugar vêm os Reformados, logo seguidos dos Funcionários Públicos, que se vão aproximando do pelotão, apesar dos cuidados do Tribunal Constitucional os ir recolhendo no “carro vassoura”…
Mas é aqui que não se entende a explicação que nos é apresentada no que aos Funcionários Púbicos diz respeito, por considerar a cauda como consequência dos cortes salariais e da falta de perspetiva de voltarem a ter o mesmo rendimento que tinham antes, quando o Tribunal Constitucional reprovou recentemente os cortes propostos pelo governo no OE2014 e ter reposto o mesmo rendimento que tinham antes da crise, ou seja, em 2010.
E o mesmo se pode dizer sobre os Reformados, que têm pendente no TC a decisão sobre o aumento da taxa da ADSE, bem como da CES…
Se a própria Deco, parte do princípio de que os acórdãos do TC são verbos de encher e que o governo, mesmo insistindo nos mesmos cortes, vai levar os nossos rendimentos para os cofres dos banqueiros, está a entrar no jogo de “hipnotismo” com que o executivo e os seus partidos nos tentam adormecer, sem dor e como terapia de um grande hospício…
Num país em que se discute, superficial e banalissimamente, mais uma fraude bancária, agora no BES, que vai gerar mais desemprego, enquanto se forçam os cidadãos (desempregados, reformados e trabalhadores) ao empobrecimento evitável com algum do dinheiro deste “buraco”, algo vai mal no reino de Portugal e ninguém vai a tribunal…
Quem incumpre com os Bancos, é chamado à justiça, se são os Bancos a incumprir, quem os chama ao Banco dos réus?
Há bancos e bancos, há justiça e injustiçados…
Viva a “demoniocracia”!
à(s)
7/14/2014 08:30:00 da tarde
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Ecos da blogosfera - 14 jul.
à(s)
7/14/2014 05:00:00 da tarde
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É BEStial! Ninguém sabia de nada… Serão todos nerds?
O líder do BPI adiantou que o que se passa no BES é um “assunto muito sério que tem sido agravado por uma comunicação desastrosa”. Angola e PT são 2 das questões a esclarecer, referiu.
O caso BES é um “abcesso” que é “preciso retirar” da “caminhada de prestígio do país”, afirmou o presidente do BPI, Fernando Ulrich. A melhor forma de retirar o BES dos “holofotes mediáticos” é, segundo Ulrich, respondendo a 3 questões:
A primeira centra-se em Angola. “Foi mostrada a fotografia mas há que mostrar o filme todo. Alguém acredita que um estado soberano como Angola dê uma garantia de 4,2 mil milhões de euros (70% do total da dívida) e não exige nada em troca?”, questionou o líder do BPI;
A segunda questão que deve ser esclarecida tem a ver com a Portugal Telecom: “Já se sabe que a PT fez este investimento. Qual a dificuldade em explicar se se vai pagar à PT, ou não? E se não for paga o que acontece?”;
Para último, ficaram as holdings do grupo. “Tem que se mostrar contas e gráficos com setinhas em que se explique tudo tim-tim por tim-tim para que qualquer aluno da 4.ª classe perceba o que se passa”, referiu.
Quando a Bolsa de Nova Iorque abre em queda por causa de notícias sobre os problemas do Grupo Espírito Santo (GES) e dos efeitos de contágio no BES, quando os principais índices de bolsa na Europa caem por causa de um banco em Portugal, quando o Financial Times e o Wall Street Journal têm como principais notícias os receios dos investidores em relação a um ‘portuguese lender', já não há tempo para meias-respostas.
António Costa
É preciso pôr tudo cá fora, e já, por mais duras que sejam as novas revelações.
Portugal andou 3 anos a reconstruir um capital de credibilidade para regressar aos mercados, saiu do programa de ajustamento com uma ‘saída limpa', com a ajuda do BCE e a imposição dos parceiros europeus, e voltou a financiar-se sem rede de protecção da ‘troika'. Isto tudo aconteceu no dia 17 de Maio. Hoje, 11 de Julho, tudo parece estar em causa. Sem necessidade. E com a ‘ajuda' incendiária de Lagarde e do FMI.
Durante semanas, o Banco de Portugal, o BES e o GES construíram muros de defesa à volta do banco, os rácios de solvabilidade foram reforçados e as holdings não financeiras foram obrigadas a revelar, num prospecto de aumento de capital do BES, informações que mostraram a situação financeira calamitosa do grupo. Não do BES, mas do GES. Na verdade, hoje, a forma como o processo foi gerido, o tempo que demorou, a indicação e a queda de Morais Pires, a revelação do nome de Vitor Bento, levaram o mercado a reagir, a fugir dos Espírito Santo como o diabo foge da cruz.
Fernando Ulrich, sempre Ulrich, não foi feliz ao dizer que o caso BES é um abcesso que tem de ser removido. Mas não estamos em fase de cuidado com as palavras. O presidente do BPI pressente o que pode vir por aí, o que está em causa, e pede informação. Ricardo Salgado, Carlos Costa e Vítor Bento - e Pedro Passos Coelho - não vão ter outra oportunidade. Hoje de manhã, os investidores têm de acreditar que o BES está protegido dos problemas do GES, tem de acreditar que a falência do grupo não põe em causa o banco. Não tem de pôr, com a informação que está disponível a esta hora.
É difícil para qualquer investidor - e para qualquer contribuinte português - perceber o que se passou para chegarmos a este estado, depois de tantas auditorias e avaliações, testes de stresse e investigações dos reguladores. E se há a suspeita de que não se sabe tudo sobre o BES, quem garante que outro banco não tem os mesmos problemas? E se em Portugal há problemas, o que se passa em Espanha, que sofreu uma intervenção de 60 mil milhões na banca?
O BES está capitalizado, e o Estado continua a ter a linha de capitalização para reforçar os rácios do banco se tal se vier a verificar, como o fez no BCP e no BPI. Não há razões para alarme, mas, como foi possível observar em casos na Europa, os rácios são uma fotografia, não são um filme. E os investidores não gostam do filme que estão a ver, de série B.
O mercado tem de conhecer já a efectiva exposição do BES ao grupo Espírito Santo, os riscos, as garantias que existem, e o plano de reestruturação que está a ser preparado. Sem isso, não haverá ‘ring fence' que resista, nem no BES, nem em lado nenhum.
à(s)
7/14/2014 10:30:00 da manhã
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Contramaré… 14 jul.
Os socialistas caíram 1% face a Junho. Já o PSD melhorou 2,3%, aproximando-se do PS, revela o barómetro de Julho da Aximage. A CDU continua em 3.º, mas também cai nas intenções de voto.
O PS lidera a intenção de voto nas eleições legislativas de 2015 no barómetro da Aximage deste mês de Junho, mas quer o maior partido da oposição quer o PSD voltam a cair.
à(s)
7/14/2014 07:00:00 da manhã
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domingo, 13 de julho de 2014
A “Seita do Espírito Santo” será luterana ou evangélica?
A situação no BES e a volatilidade que a mesma está a provocar nos mercados não representa uma preocupação para a Comissão Europeia. "Confiamos plenamente no quadro de supervisão em vigor e na ação levada a cabo pelas autoridades portuguesas, não vemos qualquer causa de preocupação indevida", afirmou Simon O'Connor, o porta-voz da Comissão Europeia para os assuntos económicos e monetários.
Ressalvando que não comenta a situação de instituições específicas, o porta-voz sublinhou que o sistema financeiro português "foi significativamente reforçado nos últimos anos, no contexto do programa (de ajustamento), através de recapitalização, apoio de liquidez do BCE e supervisão prudencial reforçada", concluindo: "estamos confiantes de que quaisquer problemas no sistema serão geridos de forma atempada e eficaz".
E Bruxelas lembra que, caso a situação se deteriore de forma acentuada e o Estado seja chamado a intervir, o governo dispõe de 6.400 milhões de euros do resgate financeiro que eram destinados à banca que ainda não foram usados e que, em princípio, seriam mais que suficientes para acomodar a atual crise.
Chanceler alemã deixa mensagem à França e à Itália, que reclamam um alívio das regras orçamentais: "O exemplo de um banco português mostrou-nos, nos últimos dias, como rapidamente os mercados se agitam, como rapidamente a incerteza volta e o quão frágil continua a ser toda a construção do euro".
A chanceler alemã citou a crise no BES como uma prova da fragilidade da zona euro: “Se nos afastarmos agora das regras, por exemplo ao nível do Pacto de Estabilidade e Crescimento, e de tudo o que fizemos para estabilizar o euro, podemos muito rapidamente entrar numa situação em que nos começamos a afundar”, acrescentou.
Pelo que se vê, não se viu qualquer sinal de supervisão pelas autoridades portuguesas (BdP) diferente do que a anterior (BdP), caso contrário e depois de escaldado o atual Governador devia ter medo da água fria que apanhou os “trabalhadores” do setor com as calças na mão… Mas se o Simon diz, como já disse tanta asneira, é porque não tem razão…
É verdade que o sistema financeiro português foi sub-repticiamente reforçado nos últimos anos com todos os roubos que o Estado fez aos contribuintes, com que conseguiu um pé-de-meia, para além dos 6.400 milhões de euros do “resgate financeiro” que sobraram e estavam destinados à banca, que não foram usados e de que estamos a pagar juros. O que quer dizer que estamos há 3 anos a pagar para estas previsíveis fraudes, já que os membros da seita se conhecem e conhecem as malhas com que nos cosem ou cozem…
Este Simon, porta-voz do inefável Olli Rehn, parecem os bispos de uma "IURD", sempre com um “Salmo” retirado da “Bíblia”, que “explica” os desígnios do “Deus Mercado”.
E se a Comissão Europeia não está preocupada com o BES, a Merkel muito menos, apesar de lhe fazer umas indiretas, mas para levar a nossa água ao seu moinho!
Primeiro vem (a que propósito?) colar uma sucessão de protagonistas de uma família ligados a fugas de impostos e outras rebaldarias ainda não declaradas, à continuação da austeridade, por aqueles andarem a viver acima das nossas possibilidades e obrigarem os contribuintes a pagar-lhes a conta… Mais uma “bispa” da "IURD"!
Em segundo lugar vem dizer que a fragilidade do euro está dependente da “Seita do Espírito Santo”, que deve ser luterana ou evangélica, com receio de lhes acabarem com a mamata se o euro for ao fundo…
Depois, vem confessar que a fragilidade do euro está na supervisão, que vai passar a ser missão do BCE, que não vai dar conta do recado, o que deixa os mercados nervosos…
Finalmente, dá a entender que há um muro entre os países que não aderiram ao euro e os que embarcaram na onda, que pode afundar estes, sem que os outros sejam tão penalizados…
Afinal é o BES e a banca que obrigam à austeridade ou é, mesmo e só, o Euro que leva todas as economias e finanças a correrem para os mares da Alemanha?
Keep calm, uma porra!
à(s)
7/13/2014 08:30:00 da tarde
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Ecos da blogosfera - 13 jul.
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7/13/2014 05:00:00 da tarde
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A imoralidade (privada) dos moralistas (públicos)…
Há quanto tempo estamos a desabar? Os jornalistas vivem com a cabeça nas trincheiras, mesmo quando faz sol encontramos maneira de ver o lado mau (a seca queima a agricultura, o alcatrão que derrete, se fizer muito calor), mas isto é de mais.
André Macedo
Os bancos tremem, digo, o BES tremeu e vai andar em gelo fino nos próximos meses, embora amparado, no limite, pelo Estado. O Grupo Espírito Santo, logo ali ao lado, está em processo de implosão. As famílias zangam-se, apunhalam-se, a economia patina suavemente. Há empréstimos bilionários disparatados, sem explicação possível, sem racional, como dizem pomposamente os financeiros, logo eles, sempre os primeiros a trair as próprias convicções e ainda e sempre com lugar reservado à mesa.
Reputações que se julgavam sólidas desaparecem, está toda a gente apenas
a tentar controlar os danos. A fusão PT/Oi resistirá ao ocaso? O Grupo Espírito
Santo ficará reduzido a quê exatamente depois disto tudo e quem levará na
enxurrada, quantas empresas, empresários e empreendedores, quantos empregos
irão com a maré que vaza e ainda não parou de baixar? Já não temos gestores a
construir. Temos gestores de falência, especialistas em dívida, economistas,
como Vítor Bento, elevados subitamente a banqueiros para tentar aguentar a
credibilidade perdida e reparar os danos, limpar a casa. Não é normal, mas
fazemos de conta que sim.
O que não falta é informação, factos, assuntos de capa de jornal, mas a informação só interessa realmente quando produz consequências de fundo, embora ande tudo lentamente, numa espécie de indulgência de fim de regime. Há uma terrível sensação de que Portugal, nos últimos anos, na última década, tem andado de ressurreição em ressurreição, um fracasso dá lugar a outro ainda e sempre maior. Suplantamo-nos na mediocridade e no encobrimento. Tanta asneira junta num país tão pequeno, e as pessoas sentem incrivelmente que é assim que a coisa funciona e então consentem, acomodam a desonestidade. Há momentos em que as ações devem vir primeiro, só depois as palavras, li algures. Estamos num momento desses.
É preciso cortar a direito.
Chega de mentiras. Repito: não é o Estado, somos nós.
à(s)
7/13/2014 10:30:00 da manhã
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Contramaré… 13 jul.
Ontem, o Expresso revelou que a família Espírito Santo pediu um crédito de mais de 100 milhões de euros ao banco Nomura para fazer face ao último aumento de capital do BES (1.045 milhões).
Hoje, o jornal Público revela que a exposição da Caixa Geral de Depósitos (CGD) a sociedades detidas pelo GES ronda os 300 milhões de euros.
à(s)
7/13/2014 07:00:00 da manhã
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